A fabricante britânica Aston Martin oficializou a convocação de dois recalls globais para o seu SUV Aston Martin DBX, atingindo um total de 5.028 unidades. A campanha de segurança, motivada por falhas distintas, concentra-se em um defeito estrutural crítico na suspensão traseira e em um erro de configuração no software que monitora a pressão dos pneus.
O problema mais severo afeta 3.937 exemplares produzidos entre 2021 e 2026, englobando as versões convencional, a topo de linha DBX707 e a nova variante DBX S. O diagnóstico técnico aponta para o pino de ligação da barra de reação de torque, que pode se desencaixar do braço inferior da suspensão traseira. Segundo a montadora, a falha tem origem em uma alteração de projeto realizada em 2019, que substituiu o parafuso original por um de diâmetro menor, comprometendo a fixação do conjunto sob condições de estresse elevado.
A gravidade do componente é acentuada pelo desempenho do veículo, que na versão 707 entrega 707 cv e 91,8 kgfm. Uma quebra súbita em altas velocidades pode comprometer a estabilidade dinâmica do SUV de luxo.
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A investigação interna da marca foi intensificada após relatos de incidentes na Europa, incluindo um acidente na Alemanha em 2024. Na ocasião, o colapso da suspensão atingiu a linha de freio, resultando em perda parcial de frenagem e colisão. Como reparo, as concessionárias substituirão os parafusos por modelos de maior diâmetro, além de inspecionar possíveis rachaduras nos braços de suspensão.
O segundo chamado envolve 1.091 unidades da linha 2025 e 2026 devido a um erro de software no sistema TPMS. A falha impede que o condutor receba alertas em caso de perda gradual de pressão nos pneus. A correção consiste em uma atualização digital rápida, estimada em 12 minutos. No mercado brasileiro, onde o modelo é comercializado por valores que superam os R$ 3 milhões, os proprietários devem contatar a rede autorizada para verificar a necessidade do serviço.
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O problema mais severo afeta 3.937 exemplares produzidos entre 2021 e 2026, englobando as versões convencional, a topo de linha DBX707 e a nova variante DBX S. O diagnóstico técnico aponta para o pino de ligação da barra de reação de torque, que pode se desencaixar do braço inferior da suspensão traseira. Segundo a montadora, a falha tem origem em uma alteração de projeto realizada em 2019, que substituiu o parafuso original por um de diâmetro menor, comprometendo a fixação do conjunto sob condições de estresse elevado.
A gravidade do componente é acentuada pelo desempenho do veículo, que na versão 707 entrega 707 cv e 91,8 kgfm. Uma quebra súbita em altas velocidades pode comprometer a estabilidade dinâmica do SUV de luxo.
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A investigação interna da marca foi intensificada após relatos de incidentes na Europa, incluindo um acidente na Alemanha em 2024. Na ocasião, o colapso da suspensão atingiu a linha de freio, resultando em perda parcial de frenagem e colisão. Como reparo, as concessionárias substituirão os parafusos por modelos de maior diâmetro, além de inspecionar possíveis rachaduras nos braços de suspensão.
O segundo chamado envolve 1.091 unidades da linha 2025 e 2026 devido a um erro de software no sistema TPMS. A falha impede que o condutor receba alertas em caso de perda gradual de pressão nos pneus. A correção consiste em uma atualização digital rápida, estimada em 12 minutos. No mercado brasileiro, onde o modelo é comercializado por valores que superam os R$ 3 milhões, os proprietários devem contatar a rede autorizada para verificar a necessidade do serviço.
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