Notícia Autoclásica 2022: Encontro argentino é marcado por homenagens

O circuito dos grandes encontros de carros antigos continuam. Após a realização do Brazil Classics Kia Show no final de julho e Pebble Beach Concours D’Elegance em agosto, chegou a hora da mostra argentina Autoclásica. O encontro foi realizado entre os dias 6 e 10 de outubro, no hipódromo de San Isidro.

A Autoclásica é um dos maiores encontros de antigos da América Latina, nesse ano reuniu mais de 600 carros e mais de 400 motos. Durante os cinco dias de evento foram comemoradas algumas datas importantes: 75 anos da Ferrari, 50 anos da BMW Motorsport, 60 anos do lançamento do Jaguar E-Type, 50 anos do lançamento da Honda CBX e o centenário do Lancia Lambda.

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Em 2022 foi comemorado os 60 anos do Jaguar E-Type, o carro que arrancou elogios até de Enzo Ferrari
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A indústria argentina é sempre bem representada
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A Alfa Romeo 2600 Sprint foi o último carro da marca com motor de 6 cilindros em linha
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Até carros brasileiros como o SP2, Miura e Puma estiveram presentes

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Best of show da Autoclásica foi um Bugatti​


Em meio a tantos carros históricos, o carro que foi eleito o melhor do evento foi o Bugatti Type 57 Ventoux de 1935. O cupê azul com motor de 8 cilindros em linha tem carroceria feita “em casa” pelo próprio fabricante. O nome Ventoux é uma homenagem ao Monte Ventor, localizado na França.

O Bugatti competiu pelo principal troféu da Autoclásica com um Alfa Romeo 6C 2500 SS Pininfarina de 1949 e com um Bentley 4.5 Liter Open Tourer 1929.

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Esses foram os finalistas
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E quem levou o caneco foi o Bugatti

Grandes automobilistas foram homenageados​


A Argentina é pátria de nomes importantes para o automobilismo. Três deles tiveram espaço dedicado no evento. Começando por Juan Manuel Fangio, que correu na era de ouro do automobilismo.

O Museo Juan Manuel Fangio teve sua primeira participação oficial na Autoclásica e levou alguns carros que marcaram a carreira do piloto. O Maserati 250F e uma réplica do Mercedes-Benz 300 SLR acompanhado de seu caminhão de transporte foram os destaques. O Torino 380W que Fangio pilotou em Nurburgring também esteve presente.

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Uma réplica do 300 SLR que Fangio pilotou foi exposta...
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... acompanhada de uma réplica do caminhão de transporte feito para os carros de corrida da Mercedes-Benz
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Carros de toda a carreira de Carlos Reutemann foram expostos
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Isso inclui o Peugeot 205 do grupo B de rali
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Oreste Berta marcou as pistas argentinas e brasileiras com suas criações

Outro piloto homenageado foi Carlos Reutemann, que teve bom desempenho na Fórmula 1 e faleceu em 2021. Seus Brabham estava expostos na Autoclásica. Além dos monopostos havia o Peugeot 205 Turbo 16 que o argentino pilotou no Grupo B, a categoria mais extremo do mundial de rali.

Não foram apenas pilotos que tiveram suas seções dedicadas, o histórico preparador Oreste Berta teve seu espaço. Ele fez história até no Brasil, onde preparou carros para a equipe Hollywood incluindo o icônico Maverick com pneus de Fórmula 1.


Fotos: Autoclásica | Divulgação

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