Notícia BYD Song Pro GS 2026 pode ter consumo de Honda Biz; veja teste

Utilitário tem autonomia de até 1.100 km, sistema ADAS e motorização de até 235 cv, além de ser vendido a partir de R$ 199 mil


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No Brasil desde 2024, o BYD Song Pro caiu nas graças do brasileiro, já que teve mais de 42 mil unidades vendidas. Claro, esses números são divididos com o Plus, outro modelo da marca chinesa que tem conquistado o cliente por aqui. Um dos atributos para o SUV ir bem nas vendas é a economia de combustível, podendo rodar até 1.100 km com um tanque cheio e a bateria 100% carregada, o que permite ao modelo fazer até 40 km/l, sabendo usar bem o sistema eletrificado. Além disso, tem sistema ADAS, motorização de até 235 cv e preço de R$ 199.990 na versão GS, que foi avaliada pela Revista Carro, e de R$ 189.990 na opção DM-i.

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Consumo de Honda Biz


A Honda Biz é uma das motos mais econômicas vendidas no país, podendo chegar à casa dos 50 km/l, o que é bem próximo do que o Song Pro GS é capaz de fazer. No trajeto de estrada e cidade ao longo de mais de 500 km de avaliação, foi possível fazer 40 km/l com o SUV compacto da BYD.

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Esses números estão acima da média dos veículos da mesma categoria vendidos pelas fabricantes tradicionais, como Jeep Compass, Volkswagen Taos, Toyota Corolla Cross, inclusive nas versões híbridas, e Chevrolet Equinox, por exemplo. Com isso, o modelo da BYD vai brigar em relação ao consumo contra SUVs chineses como GWM Haval H6 e Jaecoo 7.

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É exatamente o conjunto de preço atrativo e consumo acima da média que tem feito as marcas chinesas crescerem nas vendas e pressionarem as montadoras já estabelecidas no Brasil. Resta ver se o pós-venda das fabricantes chinesas irá ajudá-las a ganhar ainda mais força em um segmento tão canibalizado, com novos produtos a cada mês.

Como chegar aos 40 km/l?


O consumo de até 40 km/l não se refere ao uso exclusivo de gasolina. Esse valor é uma equivalência de consumo quando o veículo opera prioritariamente no modo elétrico dentro do sistema híbrido.
No modo apenas a combustão, o consumo é inferior. Segundo o Inmetro, é de 14,8 km/l na cidade e de 15 km/l no trecho rodoviário, sempre a gasolina. Lembrando, a BYD já começou a produzir a versão Flex, que deve ser lançada neste ano.

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Quando o sistema híbrido prioriza o motor elétrico, a equivalência de custo por quilômetro rodado pode chegar ao patamar de 40 km/l, considerando o consumo de energia elétrica em relação ao gasto com combustível.

Não confunda com o Song Plus


Apesar da semelhança visual, o Song Pro e o Song Plus têm diferenças nas dimensões. O BYD Song Pro tem 4,74 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,71 m de altura e entre-eixos de 2,71 m. O volume do porta-malas é de 520 litros. Em relação ao Plus, o Pro é mais longo, mais estreito e oferece menor capacidade de carga.

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No visual, a grade segue a identidade da BYD, mas com proposta distinta. O conjunto tem elementos horizontais e moldura em preto brilhante. Os faróis em LED combinam elementos verticais e horizontais, formando três “L” no conjunto óptico. A lateral mantém o padrão da linha.



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Na traseira, há lanterna com nova identidade visual, emblema atualizado da marca e para-choque com maior uso de plástico, diferente do Song Plus.

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No interior, o SUV mantém a identidade visual do Song Plus. Os materiais seguem o mesmo padrão, mas sem alguns acabamentos brilhantes presentes no Plus. O Song Pro tem duas telas: painel de instrumentos de 8,8 polegadas e central multimídia de 12,8 polegadas com sistema giratório, espelhamento sem fio para Apple CarPlay e Android Auto, além de câmeras 360 e sistema ADAS completo, resolvendo o problema de quando chegou ao Brasil sem esses equipamentos de segurança.

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Motorização


Os “corações” do BYD Song Pro, que usa o sistema híbrido DM-i, são um motor 1.5 aspirado de 98 cv e 12,4 kgfm de torque e outro elétrico de 197 cv e 30,6 kgfm de torque. A potência combinada é de 223 cv na versão GL e 235 cv na versão GS.

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A bateria é de 12,9 kWh na versão de entrada, com autonomia elétrica de 71 km, e de 18,3 kWh na configuração superior, com até 110 km no modo elétrico.

Ao volante


Além de resolver problemas com o sistema ADAS, a BYD deixou a suspensão mais ao gosto do brasileiro ao torná-la mais firme e não tão macia como quando desembarcou por aqui. O modelo também não tem problemas com arrancadas e retomadas, uma vez que utiliza o motor elétrico para isso. Ou seja, entrega constância e linearidade de torque e potência.

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Já o motor quatro cilindros 1.5 é acionado em situações de maior demanda de potência, como acelerações mais fortes. Em tráfego urbano e em ritmo constante, a tração é assumida principalmente pelo motor elétrico.

Vale a pena?


Há impacto de preço, visto que abaixo de R$ 200 mil não há opções com nível semelhante de eficiência. O Song Pro atende uso familiar e entrega desempenho compatível, com até 235 cv.

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Se o comprador exigir itens como teto solar panorâmico e maior espaço, já presentes em concorrentes, outra alternativa é o Song Plus, com preços na faixa de R$ 240 mil. Por isso, isso tem refletido no número de vendas de ambos os modelos.

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