Como incentivar o incremento da frota menos poluente, com modelos mais novos a combustão e carros eletrificados? Como tirar carros velhos e poluentes da rua – e nem vamos entrar na questão da segurança?
A resposta mais simples seria: incentivos fiscais para os mais novos e aumento da carga tributária de forma progressiva para os mais velhos. Muito lindo em um país rico, mas aqui para a nossa realidade, é impossível que seja feito dessa forma.
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Levantamento divulgado pelo Sindipeças-SP no começo deste ano mostra que a nossa frota já tem idade média de 10 anos e 7 meses e em tendência de envelhecimento, o que vem acontecendo desde 2014. Carros mais velhos significam maior emissão de poluentes e menos segurança.
Quando houve a discussão do “novo carro popular”, especulou-se que seria um incentivo ao “carro verde”, ou seja, menos poluente – quanto maior a eficiência, maior o desconto de impostos. No fim, houve uma tabelinha que dava mais pontos para os modelos flex… Medida irrelevante para esse propósito.
Hoje, o imposto de importação para carros elétricos é completamente zerado, mas é fato consumado de que a alíquota voltará progressivamente
“Meu Deus! Mais imposto”, gritarão alguns… Pois é, mas é uma medida acertada para incentivar a produção local. O que não deve ser feito é sobretaxar. De qualquer forma, estamos falando de carros elétricos inacessíveis para a maioria absoluta da população.
Outra medida que favorece apenas os mais ricos é a isenção de IPVA para carros elétricos, já em prática em diversos Estados. Alguns outros ainda oferecem isenção do imposto para carros mais velhos. Outra medida controversa, pois estimula a permanência de muitas sucatas na rua, já que não temos inspeção veicular no Brasil. Mas a maioria paga a “tabela cheia” do IPVA.
É justo que o estímulo ao carro elétrico seja feito às custas do bolso da maioria dos contribuintes? Deixe a sua opinião na caixa de comentários abaixo.
O post Carro elétrico caro com isenção e ‘povão’ paga a conta? apareceu primeiro em AutoPapo.
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A resposta mais simples seria: incentivos fiscais para os mais novos e aumento da carga tributária de forma progressiva para os mais velhos. Muito lindo em um país rico, mas aqui para a nossa realidade, é impossível que seja feito dessa forma.
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Levantamento divulgado pelo Sindipeças-SP no começo deste ano mostra que a nossa frota já tem idade média de 10 anos e 7 meses e em tendência de envelhecimento, o que vem acontecendo desde 2014. Carros mais velhos significam maior emissão de poluentes e menos segurança.
Quando houve a discussão do “novo carro popular”, especulou-se que seria um incentivo ao “carro verde”, ou seja, menos poluente – quanto maior a eficiência, maior o desconto de impostos. No fim, houve uma tabelinha que dava mais pontos para os modelos flex… Medida irrelevante para esse propósito.
Imposto de importação
Hoje, o imposto de importação para carros elétricos é completamente zerado, mas é fato consumado de que a alíquota voltará progressivamente
“Meu Deus! Mais imposto”, gritarão alguns… Pois é, mas é uma medida acertada para incentivar a produção local. O que não deve ser feito é sobretaxar. De qualquer forma, estamos falando de carros elétricos inacessíveis para a maioria absoluta da população.
Outra medida que favorece apenas os mais ricos é a isenção de IPVA para carros elétricos, já em prática em diversos Estados. Alguns outros ainda oferecem isenção do imposto para carros mais velhos. Outra medida controversa, pois estimula a permanência de muitas sucatas na rua, já que não temos inspeção veicular no Brasil. Mas a maioria paga a “tabela cheia” do IPVA.
É justo que o estímulo ao carro elétrico seja feito às custas do bolso da maioria dos contribuintes? Deixe a sua opinião na caixa de comentários abaixo.
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