A GWM começou a campanha de seu próximo lançamento no Brasil, o SUV Tank 300. Ele faz parte da linha mais fora de estrada da marca, contando inclusive com chassi separado da carroceria e bloqueio nos diferenciais.
A versão escolhida para o Brasil é a híbrido plug-in, a GWM aposta forte na eletrificação. Mas trata de um powertrain diferente do usado pelo Haval H6, usando inclusive um motor a combustão mais forte.
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O GWM Tank 300 conta com um 2.0 turbo a gasolina de 245 cv e 38,7 kgfm, que trabalha junto de um motor elétrico montado na dianteira. O total combinado é de 408 cv e 76,5 kgfm. Essa força vai para as quatro rodas através de uma caixa de transferência, não utiliza um motor por eixo como no Haval H6.
A tração é 4×4 com reduzida, já o câmbio é automático de 9 marchas. Os três diferenciais(dianteiro, traseiro e central) são fornecidos pela Eaton e podem ser bloqueados. Esse tipo de capacidade é vista em fora de estrada sérios como o Mercedes-Benz Classe G.
O SUV utiliza chassi separado da carroceria e eixo rígido na traseira
Existe bloqueio mecânico nos diferenciais dianteiro, traseiro e centra, a tração é 4x4 com reduzida
A suspensão dianteira do GWM Tank 300 é duplo A, como nas picapes médias. Já na traseira é utilizado um eixo rígido five-link, com molas helicoidais, quatro braços longitudinais e barra Panhard. É similar ao utilizado pela Nissan Frontier.
Esse chassi faz parte da mesma plataforma da picape Poer, que também está confirmada para o Brasil. Tanto o Tank 300 quanto a caminhonete fazem parte de uma plataforma da GWM com foco em robustez e fora de estrada.
A Tank é a marca de SUVs fora de estrada da GWM
A proposta do modelo é mais próxima de um Jeep Wrangler que de um Toyota SW4
A abertura da tampa do porta-malas é lateral
Ter mantido a caixa de transferência, o eixo rígido na traseira e permitir bloquear os diferenciais mostra que o SUV não dependerá da eletrônica para ir bem nas trilhas. O motor elétrico está lá para complementar a força do 2.0 turbo.
O sistema híbrido plug-in do GWM Tank 300 utiliza uma bateria de 37,1 kWh. A autonomia poderá ser próxima de 100 km no ciclo do Inmetro.
Os preços do Tank 300 deverão ficar próximos aos praticados pelo Toyota SW4. Para justificar essa cifra alta, a GWM aposta em um interior bem acabado, pacote ADAS e a eletrificação.
Apesar de ter telas grandes, ainda existem comandos físicos para as principais funções
O bom padrão de acabamento é repetido na traseira
O porta-malas tem capacidade para 420 litros
O chassi é da mesma plataforma da picape Poer
Ao contrário de outros carros chineses, o Tank 300 possui comandos físicos para o ar-condicionado, aquecimento dos bancos, seletor de tração e para os modos de condução. Mas no topo do painel estão as telas do painel digital e da central multimídia, unidas por uma moldura única.
Esse SUV parrudo é uma das novidades que a GWM tem para 2025 no Brasil. A marca adiantou em 2024 que trará a marca de luxo Wey e também iniciará a produção nacional do Haval H6.
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A versão escolhida para o Brasil é a híbrido plug-in, a GWM aposta forte na eletrificação. Mas trata de um powertrain diferente do usado pelo Haval H6, usando inclusive um motor a combustão mais forte.
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O GWM Tank 300 conta com um 2.0 turbo a gasolina de 245 cv e 38,7 kgfm, que trabalha junto de um motor elétrico montado na dianteira. O total combinado é de 408 cv e 76,5 kgfm. Essa força vai para as quatro rodas através de uma caixa de transferência, não utiliza um motor por eixo como no Haval H6.
A tração é 4×4 com reduzida, já o câmbio é automático de 9 marchas. Os três diferenciais(dianteiro, traseiro e central) são fornecidos pela Eaton e podem ser bloqueados. Esse tipo de capacidade é vista em fora de estrada sérios como o Mercedes-Benz Classe G.
O SUV utiliza chassi separado da carroceria e eixo rígido na traseira
Existe bloqueio mecânico nos diferenciais dianteiro, traseiro e centra, a tração é 4x4 com reduzida
A suspensão dianteira do GWM Tank 300 é duplo A, como nas picapes médias. Já na traseira é utilizado um eixo rígido five-link, com molas helicoidais, quatro braços longitudinais e barra Panhard. É similar ao utilizado pela Nissan Frontier.
Esse chassi faz parte da mesma plataforma da picape Poer, que também está confirmada para o Brasil. Tanto o Tank 300 quanto a caminhonete fazem parte de uma plataforma da GWM com foco em robustez e fora de estrada.
A Tank é a marca de SUVs fora de estrada da GWM
A proposta do modelo é mais próxima de um Jeep Wrangler que de um Toyota SW4
A abertura da tampa do porta-malas é lateral
Ter mantido a caixa de transferência, o eixo rígido na traseira e permitir bloquear os diferenciais mostra que o SUV não dependerá da eletrônica para ir bem nas trilhas. O motor elétrico está lá para complementar a força do 2.0 turbo.
O sistema híbrido plug-in do GWM Tank 300 utiliza uma bateria de 37,1 kWh. A autonomia poderá ser próxima de 100 km no ciclo do Inmetro.
Os preços do Tank 300 deverão ficar próximos aos praticados pelo Toyota SW4. Para justificar essa cifra alta, a GWM aposta em um interior bem acabado, pacote ADAS e a eletrificação.
Apesar de ter telas grandes, ainda existem comandos físicos para as principais funções
O bom padrão de acabamento é repetido na traseira
O porta-malas tem capacidade para 420 litros
O chassi é da mesma plataforma da picape Poer
Ao contrário de outros carros chineses, o Tank 300 possui comandos físicos para o ar-condicionado, aquecimento dos bancos, seletor de tração e para os modos de condução. Mas no topo do painel estão as telas do painel digital e da central multimídia, unidas por uma moldura única.
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