Os grandes executivos das montadoras ao redor do mundo estão desconfiados de que o mercado de carros elétricos pode não vingar como eles imaginavam.
Não que a tecnologia seja ruim, ou algo do tipo. Mas por causa do contínuo problema na cadeia de suprimentos e do aumento da inflação.
A pesquisa da CNBC envolveu 915 executivos da KPMG (empresa internacional de consultoria e contabilidade) e descobriu que 76% dos entrevistados estão preocupados com a economia e as altas de juros, e como elas podem afetar o mercado em 2023.
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O número fica ainda maior quando leva o recorte para os Estados Unidos: 84%.
O pessimismo está relacionado a adesão dos carros totalmente elétricos dentro e fora dos EUA até 2030. Na pesquisa do ano passado, a estimativa de venda dos EVs até 2030 variava entre 20% e 70%. Agora, esse número caiu 10% para 40%.
Nos Estados Unidos, especificamente, a previsão caiu de 65% para 35%. E isso pode ser um problema, caso o país continue almejando uma taxa de adoção de 50% dos modelos a bateria até 2030.
Apesar da desconfiança, Gary Silberg, chefe global de automóveis da KPMG, acredita que as coisas podem melhorar a longo prazo.
Além da parte econômica e abastecimento de suprimentos, principalmente no que diz respeito ao aumento do preço das baterias – os executivos temem os requisitos mais rígidos na hora de adquirir créditos fiscais federais para comprar um novo carro elétrico.
Isso tem feito as concessionárias aumentarem o preço dos EVs em milhares de dólares, devido ao baixo estoque. No entanto, pesquisas apontam que as coisas podem começar a se normalizar dentro de cinco anos, elevando os lucros das montadoras
O post Executivos de montadoras estão perdendo a confiança em carros elétricos apareceu primeiro em AutoPapo.
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Não que a tecnologia seja ruim, ou algo do tipo. Mas por causa do contínuo problema na cadeia de suprimentos e do aumento da inflação.
A pesquisa da CNBC envolveu 915 executivos da KPMG (empresa internacional de consultoria e contabilidade) e descobriu que 76% dos entrevistados estão preocupados com a economia e as altas de juros, e como elas podem afetar o mercado em 2023.
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O número fica ainda maior quando leva o recorte para os Estados Unidos: 84%.
O pessimismo está relacionado a adesão dos carros totalmente elétricos dentro e fora dos EUA até 2030. Na pesquisa do ano passado, a estimativa de venda dos EVs até 2030 variava entre 20% e 70%. Agora, esse número caiu 10% para 40%.
Nos Estados Unidos, especificamente, a previsão caiu de 65% para 35%. E isso pode ser um problema, caso o país continue almejando uma taxa de adoção de 50% dos modelos a bateria até 2030.
Apesar da desconfiança, Gary Silberg, chefe global de automóveis da KPMG, acredita que as coisas podem melhorar a longo prazo.
Ainda há uma sensação de otimismo a longo prazo e, mais importante, há uma sensação de realismo a curto prazo. É preciso ser muito realista, não são mais arco-íris, borboletas e euforia, é o jogo.
Além da parte econômica e abastecimento de suprimentos, principalmente no que diz respeito ao aumento do preço das baterias – os executivos temem os requisitos mais rígidos na hora de adquirir créditos fiscais federais para comprar um novo carro elétrico.
Isso tem feito as concessionárias aumentarem o preço dos EVs em milhares de dólares, devido ao baixo estoque. No entanto, pesquisas apontam que as coisas podem começar a se normalizar dentro de cinco anos, elevando os lucros das montadoras
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