A Great Wall Motor (GWM) sinalizou a expansão de seu portfólio com a criação de uma sexta marca, desta vez dedicada exclusivamente ao segmento de ultraluxo e com estética do início do século XX. A estratégia foi indicada após a publicação de imagens de um novo veículo camuflado na rede social Weibo por Li Fei, diretor de conectividade inteligente da gigante chinesa.
Segundo o executivo, o projeto “não se encaixa em nenhuma das séries atuais” da montadora — que hoje conta com Haval, Wey, Ora, Tank e Poer. A declaração reforça a tese de um posicionamento inédito, voltado para competir com marcas de prestígio global.
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As imagens divulgadas revelam uma ruptura na identidade visual da empresa. Enquanto a indústria chinesa tem priorizado linhas agressivas e futuristas, o novo modelo aposta em uma estética retrô. O protótipo exibe para-choques traseiros proeminentes com acabamento cromado, carroceria com linhas arredondadas e lanternas minimalistas, evocando o design de limusines clássicas.
A traseira ostenta uma inscrição extensa, em vez do logotipo tradicional da GWM, sugerindo a independência da nova divisão. O movimento ocorre em paralelo à estruturação do “Grupo de Negócios de Veículos de Ultra Luxo” da companhia, liderado pessoalmente por Wei Jianjun, presidente do conselho da GWM.
A meta da fabricante é posicionar seus novos produtos na faixa acima de 1 milhão de yuans (aproximadamente R$ 830 mil na conversão direta). O objetivo é capturar consumidores de alta renda que buscam não apenas tecnologia, mas distinção e apelo emocional, distanciando-se dos modelos de massa.
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Segundo o executivo, o projeto “não se encaixa em nenhuma das séries atuais” da montadora — que hoje conta com Haval, Wey, Ora, Tank e Poer. A declaração reforça a tese de um posicionamento inédito, voltado para competir com marcas de prestígio global.
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Estética retrô na era dos elétricos
As imagens divulgadas revelam uma ruptura na identidade visual da empresa. Enquanto a indústria chinesa tem priorizado linhas agressivas e futuristas, o novo modelo aposta em uma estética retrô. O protótipo exibe para-choques traseiros proeminentes com acabamento cromado, carroceria com linhas arredondadas e lanternas minimalistas, evocando o design de limusines clássicas.
A traseira ostenta uma inscrição extensa, em vez do logotipo tradicional da GWM, sugerindo a independência da nova divisão. O movimento ocorre em paralelo à estruturação do “Grupo de Negócios de Veículos de Ultra Luxo” da companhia, liderado pessoalmente por Wei Jianjun, presidente do conselho da GWM.
A meta da fabricante é posicionar seus novos produtos na faixa acima de 1 milhão de yuans (aproximadamente R$ 830 mil na conversão direta). O objetivo é capturar consumidores de alta renda que buscam não apenas tecnologia, mas distinção e apelo emocional, distanciando-se dos modelos de massa.
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