O Mercedes-AMG GT nasceu como um esportivo dedicado da marca alemã para concorrer com o Porsche 911 e os italianos de motor central. Na segunda, e atual, geração ele cresceu para virar um 2+2. A novidade apresentada nessa semana foi a adição da versão 43, com motor 2.0 turbo de quatro cilindros.
Isso mesmo, o carro que sempre usou um V8 agora está com uma versão com a metade da contagem de cilindros. Trata-se do mesmo motor usado pelo A45 AMG, que foi o 2.0 turbo mais forte do planeta, auxiliado por um sistema híbrido.
O motor 2.0 combinado com o sistema híbrido leve de 48 volts geram 425 cv em conjunto
No lugar do aerofólio vem um spoiler retrátil
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O esquema mecânico é similar ao usado por outras carros da marca, oferecendo 435 cv de forma combinada e tração traseira. Só o 2.0 turbo gera 421 cv, o sistema híbrido leve de 48 volts usa um motor elétrico acoplado ao câmbio de nove marchas que auxilia com mais 14 cv.
Essa é a única versão de tração traseira na atual geração do Mercedes-AMG GT. As versões 53 e 63, equipadas com motor V8, contam com tração integral.
Apesar da estranheza de saber que sob o longo capô desse cupê está um 2.0 de quatro cilindros, o desempenho não é dos piores: a aceleração de zero a 100 km/h é feita em 4,6 segundos e a velocidade máxima fica em 280 km/h. É 0,1 segundos mais lento que o Porsche 911 Carrera T na aceleração e perde em 11 km/h na máxima, como referência.
É uma versão de entrada mas não é pé de boi, por dentro o padrão segue o luxo das classes mais altas da marca
O lado positivo de levar o Mercedes-AMG GT 43 é que seu desenho ficou mais discreto e elegante que o das versões mais poderosas. A grade é menor, o para-choque dianteiro traz tomada de ar maior sob ela, o aerofólio é trocado por um spoiler ativo e as ponteiras de escape são redondas.
Um fato curioso sobre o Mercedes-AMG GT 43 é que sua versão de quatro portas usa motor de seis cilindros em linha igualmente híbrido leve. Sua potência é menor, porém existem versões mais fortes desse powertrain. Seria uma opção menos polêmica para o cupê.
O post Mercedes-AMG GT 43 usa motor 2.0 turbo para competir com 911 apareceu primeiro em AutoPapo.
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Isso mesmo, o carro que sempre usou um V8 agora está com uma versão com a metade da contagem de cilindros. Trata-se do mesmo motor usado pelo A45 AMG, que foi o 2.0 turbo mais forte do planeta, auxiliado por um sistema híbrido.
O motor 2.0 combinado com o sistema híbrido leve de 48 volts geram 425 cv em conjunto
No lugar do aerofólio vem um spoiler retrátil
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Essa é a única versão de tração traseira na atual geração do Mercedes-AMG GT. As versões 53 e 63, equipadas com motor V8, contam com tração integral.
Apesar da estranheza de saber que sob o longo capô desse cupê está um 2.0 de quatro cilindros, o desempenho não é dos piores: a aceleração de zero a 100 km/h é feita em 4,6 segundos e a velocidade máxima fica em 280 km/h. É 0,1 segundos mais lento que o Porsche 911 Carrera T na aceleração e perde em 11 km/h na máxima, como referência.
É uma versão de entrada mas não é pé de boi, por dentro o padrão segue o luxo das classes mais altas da marca
O lado positivo de levar o Mercedes-AMG GT 43 é que seu desenho ficou mais discreto e elegante que o das versões mais poderosas. A grade é menor, o para-choque dianteiro traz tomada de ar maior sob ela, o aerofólio é trocado por um spoiler ativo e as ponteiras de escape são redondas.
Um fato curioso sobre o Mercedes-AMG GT 43 é que sua versão de quatro portas usa motor de seis cilindros em linha igualmente híbrido leve. Sua potência é menor, porém existem versões mais fortes desse powertrain. Seria uma opção menos polêmica para o cupê.
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