A necessidade de reduzir custos de produção e do desenvolvimento tecnológico de peças e mecânica no geral já resultou em diversas parcerias e fusões de grandes empresas do ramo automotivo. Bons exemplos são a Citroën e Peugeot na França, o grupo Volkswagen na Alemanha, Kia e Hyundai na Coreia do Sul e agora, a Stellantis com 14 marcas pelo mundo.
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E se, por um lado, isso tem a desvantagem de reduzir, de certa maneira, as opções do consumidor, tem por outro a vantagem de mesmos componentes em modelos diferentes. Aqui no Brasil, por exemplo, Golf e Audi foram produzidos com quase a mesma mecânica.
Na Stellantis, motores e câmbios de Peugeot e Citroën são os mesmos de Fiat e Jeep, além de que muitos componentes de Kia e Hyundai são os mesmos. E na concessionária de um, tem a peça que não se encontra na da outra marca e às vezes até mais barata.
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