O Nissan GT-R foi um marco para os supercarros quando foi lançado no final de 2007. Ele colocou os japoneses de volta ao cenário dos carros de alto desempenho e ofereceu a performance de um Porsche 911 Turbo por 1° do valor.
Ele foi uma peça importante no plano de reestruturação da Nissan feito pelo executivo brasileiro Carlos Ghosn. O GT-R serviu para mostrar tudo que a engenharia da marca era capaz de fazer e também atraiu o interesse dos entusiastas.
Engenheiros que vieram da Isuzu trabalharam com o motor e a transmissão do esportivo japonês
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O engenheiro chefe do GT-R, Kazutoshi Mizuno, revelou na rede social X (antigo Twitter) que boa parte da equipe que trabalhou no carro veio da divisão de caminhões da Isuzu. Ele não explicou o motivo de terem trazido esses engenheiros sem experiência com carros e especializados em veículos pesados.
Segundo Mizuno, houve um trabalho em equipe forte e a equipe era determinada. Em um ano e meio esses engenheiros se tornaram referência em esportivos.
Esses engenheiros trabalharam principalmente com motor e transmissão. O Nissan GT-R foi lançado com um V6 3.8 biturbo que produz 485 cv, que vai para as quatro rodas através da tração integral ATTESA E-TS Pro desenvolvida internamente. O câmbio de dupla embreagem é fornecido pela BorgWarner.
Esse motor V6 iturbo do GT-R é produzido a mão, com cada unidade sendo responsabilidade de um engenheiro. O ambiente é controlado e bastante limpo, como um laboratório.
O Nissan GT-R segue em produção, com as vendas limitadas ao Japão. O encerramento está programado para 2025, 18 anos após o lançamento.
O futuro do modelo ainda é incerto, algumas fontes ventilam que a Nissan prepara um supercarro elétrico, outras apontam para um híbrido.
A atual situação da montadora, que precisou ser salva pela Honda, demonstra que um supercarro não deve ser a prioridade a curto prazo. Mas caso queiram fazer um sucessor, a Isuzu segue com sua equipe de engenharia especializada em caminhões para poder ajudar.
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Ele foi uma peça importante no plano de reestruturação da Nissan feito pelo executivo brasileiro Carlos Ghosn. O GT-R serviu para mostrar tudo que a engenharia da marca era capaz de fazer e também atraiu o interesse dos entusiastas.
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O engenheiro chefe do GT-R, Kazutoshi Mizuno, revelou na rede social X (antigo Twitter) que boa parte da equipe que trabalhou no carro veio da divisão de caminhões da Isuzu. Ele não explicou o motivo de terem trazido esses engenheiros sem experiência com carros e especializados em veículos pesados.
Segundo Mizuno, houve um trabalho em equipe forte e a equipe era determinada. Em um ano e meio esses engenheiros se tornaram referência em esportivos.
Esses engenheiros trabalharam principalmente com motor e transmissão. O Nissan GT-R foi lançado com um V6 3.8 biturbo que produz 485 cv, que vai para as quatro rodas através da tração integral ATTESA E-TS Pro desenvolvida internamente. O câmbio de dupla embreagem é fornecido pela BorgWarner.
Esse motor V6 iturbo do GT-R é produzido a mão, com cada unidade sendo responsabilidade de um engenheiro. O ambiente é controlado e bastante limpo, como um laboratório.
O Nissan GT-R segue em produção, com as vendas limitadas ao Japão. O encerramento está programado para 2025, 18 anos após o lançamento.
O futuro do modelo ainda é incerto, algumas fontes ventilam que a Nissan prepara um supercarro elétrico, outras apontam para um híbrido.
A atual situação da montadora, que precisou ser salva pela Honda, demonstra que um supercarro não deve ser a prioridade a curto prazo. Mas caso queiram fazer um sucessor, a Isuzu segue com sua equipe de engenharia especializada em caminhões para poder ajudar.
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