A Ford Racing apresentou o Mustang Dark Horse SC, uma nova variante de alta performance projetada para preencher a lacuna entre o pacote Dark Horse convencional e o extremo Mustang GTD. Desenvolvido sob a liderança do engenheiro Arie Groeneveld, o modelo é descrito pela marca como um “laboratório tecnológico”, tendo sido aprimorado no circuito de Sebring simultaneamente aos carros de competição das categorias GT3 e GTD.
O foco do projeto é a eficácia em autódromos. Para isso, a engenharia aplicou uma redução de massa de 68 kg no cupê. A “dieta” foi obtida através da remoção do banco traseiro e da adoção de componentes nobres, como rodas de fibra de carbono e freios Brembo de carbono-cerâmica. A suspensão também foi revista, ganhando braços forjados e uma barra de reforço em magnésio para aguçar a dinâmica de condução.
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Sob o capô, o Dark Horse SC abriga um motor V8 de 5,2 litros superalimentado, gerenciado por uma transmissão de dupla embreagem de sete velocidades. Para manter o carro “colado” ao chão, a aerodinâmica sofreu alterações drásticas. Um novo capô de alumínio, sem a bandeja de ventilação tradicional, gera 2,5 vezes mais pressão aerodinâmica (downforce) que a peça original.
Na traseira, uma asa de fibra de carbono é capaz de gerar 281 kg de carga a 290 km/h. O conjunto trabalha em harmonia com uma tampa de porta-malas desenhada em formato de “rabo de pato”, solução que ampliou a eficiência da asa em 10%.
O interior reflete a vocação purista do modelo. O volante de base plana, herdado diretamente do supercarro GTD, traz acabamento em Alcantara e fibra de carbono, integrando botões de controle de desempenho. No lugar dos assentos traseiros, há uma prateleira para capacetes e equipamentos de pista. O piloto conta ainda com tecnologia MagneRide de última geração nos amortecedores e um sistema de Controle de Tração Variável, que permite desde ajustes finos até o desligamento total da assistência eletrônica.
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O foco do projeto é a eficácia em autódromos. Para isso, a engenharia aplicou uma redução de massa de 68 kg no cupê. A “dieta” foi obtida através da remoção do banco traseiro e da adoção de componentes nobres, como rodas de fibra de carbono e freios Brembo de carbono-cerâmica. A suspensão também foi revista, ganhando braços forjados e uma barra de reforço em magnésio para aguçar a dinâmica de condução.
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Aerodinâmica funcional e V8 supercharged
Sob o capô, o Dark Horse SC abriga um motor V8 de 5,2 litros superalimentado, gerenciado por uma transmissão de dupla embreagem de sete velocidades. Para manter o carro “colado” ao chão, a aerodinâmica sofreu alterações drásticas. Um novo capô de alumínio, sem a bandeja de ventilação tradicional, gera 2,5 vezes mais pressão aerodinâmica (downforce) que a peça original.
Na traseira, uma asa de fibra de carbono é capaz de gerar 281 kg de carga a 290 km/h. O conjunto trabalha em harmonia com uma tampa de porta-malas desenhada em formato de “rabo de pato”, solução que ampliou a eficiência da asa em 10%.
O interior reflete a vocação purista do modelo. O volante de base plana, herdado diretamente do supercarro GTD, traz acabamento em Alcantara e fibra de carbono, integrando botões de controle de desempenho. No lugar dos assentos traseiros, há uma prateleira para capacetes e equipamentos de pista. O piloto conta ainda com tecnologia MagneRide de última geração nos amortecedores e um sistema de Controle de Tração Variável, que permite desde ajustes finos até o desligamento total da assistência eletrônica.
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