Comprar um carro de alto luxo não é fácil para ninguém, nem mesmo para sujeitos que salvam o mundo pulando de aviões ou pilotando jatos a mais de 10 mil km/h (mesmo que seja só encenando). É o caso de Tom Cruise. A Bugatti colocou o ator em sua lista de clientes banidos.
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O Astro de “Top Gun: Maverick” não pode comprar um Bugatti. E quase tente levar um exemplar usado para casa, quem vendeu também entrará no caderninho na marca.
Mas por quê Tom Cruise atiçou a irá da Bugatti? A história é antiga, mas o rancor segue vivo. Tudo começou em 2006, durante o evento de lançamento de “Missão Impossível 3”.
Cruise chegou ao local da festa a bordo de um Veyron, todo cheio de amor para dar. Ao seu lado, estava sua então esposa Kate Holmes. E foi aí que o garapa entornou.
Ao sair do carro, Cruise deu a volta para abrir a porta do Bugatti. Ao chegar la, puxou a maçaneta e nada. Tentou mais algumas vezes e conseguiu abrir a porta.
Foi a gota d’água para a marca de luxo, que resolveu riscar o nome do ator. Se ele tivesse um tubinho de grafite no bolso, nada disso teria acontecido. Mas não adiantou, Tom Cruise se tornou persona non grata para a Bugatti.
O Bugatti Veyron conduzido pelo ator foi o carro dos anos 2000. Se na década anterior o sinônimo de supercarro era o McLaren F1, depois do Bug do Milênio o Veyron era a máquina dos sonhos.
O carro ficou em linha entre 2005 e 2015. Ao todo foram construídas 450 unidades, nas versões 16.4 (básica), Grand Sport, Super Sport e Grand Sport Vitesse. Isso sem contar que no meio desse bolo ainda tinham edições especiais, que receberam acabamento exclusivo e outros fricotes para valorizar o carro.
Bugatti Veyron é capaz de superar os 400 km/h (Foto: Bugatti | Divulgação)
Mas fato é que o Veyron foi um carro surpreendente. Ele era equipado com o extravagante motor W16 8.0. Esse motor uniu dois blocos V8 e adicionou nada menos que quatro turbocomprêssores.
O resultado eram 1.001 cv de potência. As más línguas dizem que tinha mais cavalos sob capô, mas o número declarado era mais emblemático. O torque também era algo animalesco: 125 kgfm.
Toda a força era gerenciada por uma caixa de dupla embreagem de sete marchas e tração integral. Com tudo isso sobre a carcaça, o Veyron era capaz de atingir velocidade máxima de 407 km/h. E quando estava no seu pico de desempenho, o consumo chegava a 5 litros por km. Isso mesmo.
Mas de que adianta tudo isso se a porta não abre? Depois a culpa é do Tom Cruise, não é Bugatti?
O post Para seu conhecimento, Tom Cruise foi proibido de comprar Bugatti apareceu primeiro em AutoPapo.
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O Astro de “Top Gun: Maverick” não pode comprar um Bugatti. E quase tente levar um exemplar usado para casa, quem vendeu também entrará no caderninho na marca.
Mas por quê Tom Cruise atiçou a irá da Bugatti? A história é antiga, mas o rancor segue vivo. Tudo começou em 2006, durante o evento de lançamento de “Missão Impossível 3”.
Cruise chegou ao local da festa a bordo de um Veyron, todo cheio de amor para dar. Ao seu lado, estava sua então esposa Kate Holmes. E foi aí que o garapa entornou.
Ao sair do carro, Cruise deu a volta para abrir a porta do Bugatti. Ao chegar la, puxou a maçaneta e nada. Tentou mais algumas vezes e conseguiu abrir a porta.
Foi a gota d’água para a marca de luxo, que resolveu riscar o nome do ator. Se ele tivesse um tubinho de grafite no bolso, nada disso teria acontecido. Mas não adiantou, Tom Cruise se tornou persona non grata para a Bugatti.
O Bugatti que Cruise guiou
O Bugatti Veyron conduzido pelo ator foi o carro dos anos 2000. Se na década anterior o sinônimo de supercarro era o McLaren F1, depois do Bug do Milênio o Veyron era a máquina dos sonhos.
O carro ficou em linha entre 2005 e 2015. Ao todo foram construídas 450 unidades, nas versões 16.4 (básica), Grand Sport, Super Sport e Grand Sport Vitesse. Isso sem contar que no meio desse bolo ainda tinham edições especiais, que receberam acabamento exclusivo e outros fricotes para valorizar o carro.
Bugatti Veyron é capaz de superar os 400 km/h (Foto: Bugatti | Divulgação)
Mas fato é que o Veyron foi um carro surpreendente. Ele era equipado com o extravagante motor W16 8.0. Esse motor uniu dois blocos V8 e adicionou nada menos que quatro turbocomprêssores.
O resultado eram 1.001 cv de potência. As más línguas dizem que tinha mais cavalos sob capô, mas o número declarado era mais emblemático. O torque também era algo animalesco: 125 kgfm.
Toda a força era gerenciada por uma caixa de dupla embreagem de sete marchas e tração integral. Com tudo isso sobre a carcaça, o Veyron era capaz de atingir velocidade máxima de 407 km/h. E quando estava no seu pico de desempenho, o consumo chegava a 5 litros por km. Isso mesmo.
Mas de que adianta tudo isso se a porta não abre? Depois a culpa é do Tom Cruise, não é Bugatti?
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