A Argentina viveu dias de bombas vazias nos postos de combustíveis nos últimos dias. A escassez da gasolina na terra de Maradona assustou até brasileiros, com medo de um movimento parecido por aqui.
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Mas a crise deles não nos afeta e aparentemente já foi resolvida. Segundo o jornal “La Nacion”, a situação começou a se normalizar na região metropolitana de Buenos Aires, já na terça-feira (31). No entanto, o diário aponta que o preço na bomba subiu em função da alta demanda. O litro ficou cerca de 10% mais caro nos postos portenhos, com variações entre 7,6% e 9,6%.
O reabastecimento foi uma determinação da Casa Rosada, que ameaçou impedir a exportação de combustível refinado no país. Segundo o ministro da economia e candidato à presidência, Sergio Massa, a culpa é das petrolíferas.
De fato, a crise se instalou pelo baixo preço do litro em relação a outros mercados. Ou seja, ficou mais interessante para as petroleiras, que operam na terra de Messi, exportar do que vender no mercado doméstico. Para se ter uma ideia, o litro da gasolina tem preço médio de US$ 0,86 (R$ 4,29), segundo boletim do portal Global Petrol Prices, que monitora os preços da commodity e derivados ao redor do mundo. Trata-se de um dos valores mais baixos do continente.
No Brasil, por exemplo, o preço médio da gasolina é US$ 1,14 (R$ 5,70). No Uruguai, que é um país majoritariamente importador, o preço do litro é de US$ 1,94 (R$ 9,68). Ou seja, mais que o dobro do valor pago em território argentino.
Ainda segundo o “La Nacion”, a petroleira YPF teria sido a fomentadora do desabastecimento. De acordo com o jornal, a empresa programou paralisação da produção, em função de necessidade de manutenção, nas refinarias de La Plata e Luján de Cuyo.
O post Por quê faltou gasolina na Argentina? apareceu primeiro em AutoPapo.
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Mas a crise deles não nos afeta e aparentemente já foi resolvida. Segundo o jornal “La Nacion”, a situação começou a se normalizar na região metropolitana de Buenos Aires, já na terça-feira (31). No entanto, o diário aponta que o preço na bomba subiu em função da alta demanda. O litro ficou cerca de 10% mais caro nos postos portenhos, com variações entre 7,6% e 9,6%.
O reabastecimento foi uma determinação da Casa Rosada, que ameaçou impedir a exportação de combustível refinado no país. Segundo o ministro da economia e candidato à presidência, Sergio Massa, a culpa é das petrolíferas.
Preço da gasolina argentina
De fato, a crise se instalou pelo baixo preço do litro em relação a outros mercados. Ou seja, ficou mais interessante para as petroleiras, que operam na terra de Messi, exportar do que vender no mercado doméstico. Para se ter uma ideia, o litro da gasolina tem preço médio de US$ 0,86 (R$ 4,29), segundo boletim do portal Global Petrol Prices, que monitora os preços da commodity e derivados ao redor do mundo. Trata-se de um dos valores mais baixos do continente.
No Brasil, por exemplo, o preço médio da gasolina é US$ 1,14 (R$ 5,70). No Uruguai, que é um país majoritariamente importador, o preço do litro é de US$ 1,94 (R$ 9,68). Ou seja, mais que o dobro do valor pago em território argentino.
Ainda segundo o “La Nacion”, a petroleira YPF teria sido a fomentadora do desabastecimento. De acordo com o jornal, a empresa programou paralisação da produção, em função de necessidade de manutenção, nas refinarias de La Plata e Luján de Cuyo.
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