Notícia Remap é só é bom para quem faz, para o frentista e concessionário

Não são poucos os donos de automóveis que, no afã de melhorar o desempenho e a performance, levam o carro para uma oficina que anuncia melhor desempenho, performance, redução de emissões, redução de consumo. Primeiro: é conversa para boi dormir, porque se você aumentar a performance do carro, você vai perder em termos de consumo. Os engenheiros da fábrica procuram mapear a injeção eletrônica do automóvel de modo a ter melhor performance, melhor desempenho, com o mínimo de consumo e emissões.


Isso posto, muitos levam o carro para ter um maior desempenho, melhor performance. Conseguem? Conseguem. O carro realmente passa a andar um pouco mais, ter uma melhor performa se em troca de consumo. Emissões vão para o espaço, vão para o céu.

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Agora, além disso, tem outro probleminha grave: o dono do carro que manda remapear (o pessoal chama de remap), que é a troca de um chip da injeção, ou o remapeamento com o mesmo chip. Tanto faz! Quando o carro é levado para um recall, pois hoje você é obrigado a levar ao recall, pois deve constar no seu documento, e se você não o fizer, não vai poder vendê-lo.

Aí surge uma nova questão. Ao levar o carro lá na concessionária, em geral, tem que ligar a central eletrônica do computador no scanner para zerar a central, para fazer a operação do recall. O reparo é gratuito. Nesse momento, ela vai perceber que o carro teve um remapeamento.

Isso significa que a concessionária vai chamar o dono do carro e falar: “Ou volta para o original ou nós não podemos fazer nada com o automóvel.” E aí? E aí você continua sem o recall e sem poder vender o carro. Ou então você perde tudo o que você pagou e é obrigado a pagar ainda mais para a concessionária para voltar o carro para a regulagem original.

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