Notícia Right to Repair e omissão de fabricantes em repassar informações

Eu já comentei aqui deste verdadeiro absurdo que as fábricas de automóveis fazem com as informações necessárias para o reparo do automóvel. E o que é pior, quanto mais sofisticado fica o automóvel, quanto mais eletrônica tem o automóvel, mais complicado o dono do carro ter direito à informação.


Agora é mais necessária essa informação, porque até 30 ou 40 anos atrás, você com um alicate, chave de fenda e um tubinho de Araldite poderia consertar qualquer coisa de qualquer carro.

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Hoje, sem computador, esquece! Tudo eletrônico. Tudo! E o pior, o computador não funciona sozinho. Se você não colocar as informações daquele seu automóvel, o amigo não consegue consertar, regular ou calibrar quase nada.

Tramoia das Fabricantes​


E qual é a maracutaia das fábricas? Elas negam essas informações. Ou então fornecem cobrando para as oficinas. Depois que eu fiz esse comentário desse absurdo, que já tem até um movimento no primeiro mundo chamado Right to Repair, o direito de reparar, já está virando lei isso lá fora.

Eu conversei com o presidente do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos (Sindirepa), Antonio Fiola. Sabe o que ele me disse? Que, preocupado com essa situação, já levou uma representação contra as montadoras ao Conselho de Administração da Defesa Econômica (Cade).

Sabe o que o Cade diz? Não disse nada. Negou ao Sindirepa esse direito que ele advoga para os associados. Por quê? Ah, porque ninguém pode com o lobby das montadoras, não é mesmo?


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