Os belo-horizontinos amanheceram nessa segunda com a notícia de um acidente grave. Um motorista bateu um Porsche 911 na avenida Barão Homem de Melo. Vem sendo noticiado que a velocidade do impacto foi de 260 km/h, pois o velocímetro ficou travado nessa posição após a batida.
Apesar de ser um argumento muito usado pela mídia em notícias do tipo, trata-se de um mito. O velocímetro de um carro não trava marcando a velocidade na hora da batida.
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Para elucidar sobre esse mito tão difundido, consultamos o engenheiro mecânico Renato Passos:
O carro ficou destruído e o passageiro morreu, o motorista sobreviveu (Foto: Internet | Reprodução)
Ou seja, a marcação do ponteiro do velocímetro após uma batida não corresponde a velocidade do impacto. A polícia ainda não divulgou o resultado das perícias, portanto qualquer informação sobre a velocidade do acidente trata-se de suposições.
Segundo o jornal O Tempo, o motorista do Porsche 911 sobreviveu. Segundo o boletim de ocorrência, ele apresentava fala desconexo, hálito etílico e olhos vermelhos. O passageiro foi projetado para fora do veículo e morreu na hora.
O programa de televisão britânico Fifth Gear realizou um crash test de um Ford Focus contra um bloco de concreto a uma velocidade de 200 km/h. Os testes de impactos que estamos acostumados a ver no Latin NCAP são feitos da 64 km/h.
Conforme a velocidade aumenta, maior é o perigo. Por mais que os carros modernos tenham carrocerias mais rígidas e com zonas de deformação programada mais eficientes, nenhum tem segurança garantida em velocidades acima de 200 km/h.
O post Velocímetro não trava na velocidade que ocorreu a batida! Explicamos apareceu primeiro em AutoPapo.
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Apesar de ser um argumento muito usado pela mídia em notícias do tipo, trata-se de um mito. O velocímetro de um carro não trava marcando a velocidade na hora da batida.
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Para elucidar sobre esse mito tão difundido, consultamos o engenheiro mecânico Renato Passos:
Nenhum velocímetro é projetado para travar em um dado ponto a partir de uma dada desaceleração. A partir do momento que deixaram de ser por cabo, e viraram por leitura eletrônica, menos ainda: o ponteiro funciona de forma independente de muita coisa. Logo, uma vez que não há indexação mecânica a um acelerômetro — como funcionam os air-bags, por exemplo, é mera ilação sem base técnica ou teórica
O carro ficou destruído e o passageiro morreu, o motorista sobreviveu (Foto: Internet | Reprodução)
Ou seja, a marcação do ponteiro do velocímetro após uma batida não corresponde a velocidade do impacto. A polícia ainda não divulgou o resultado das perícias, portanto qualquer informação sobre a velocidade do acidente trata-se de suposições.
Segundo o jornal O Tempo, o motorista do Porsche 911 sobreviveu. Segundo o boletim de ocorrência, ele apresentava fala desconexo, hálito etílico e olhos vermelhos. O passageiro foi projetado para fora do veículo e morreu na hora.
Em uma batida acima de 200 km/h não sobraria velocímetro para contar história
O programa de televisão britânico Fifth Gear realizou um crash test de um Ford Focus contra um bloco de concreto a uma velocidade de 200 km/h. Os testes de impactos que estamos acostumados a ver no Latin NCAP são feitos da 64 km/h.
Conforme a velocidade aumenta, maior é o perigo. Por mais que os carros modernos tenham carrocerias mais rígidas e com zonas de deformação programada mais eficientes, nenhum tem segurança garantida em velocidades acima de 200 km/h.
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