A WEG anunciou a construção de uma fábrica de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) em Itajaí. O projeto, que pode se tornar o maior do tipo no país, contará com financiamento de cerca de R$ 280 milhões do BNDES.
A unidade terá capacidade de até 2 GWh por ano, equivalente a aproximadamente 400 sistemas de 5 MWh, com início de operação previsto para o segundo semestre de 2027. A planta deverá operar com alto nível de automação e estrutura voltada a testes e desenvolvimento.
VEJA TAMBÉM:
A produção será destinada ao armazenamento estacionário de energia, utilizado para estabilizar redes elétricas e ampliar a integração de fontes renováveis, como solar e eólica, especialmente após os leilões regulatórios promovidos pelo governo federal.
Embora não envolva baterias para veículos elétricos, o projeto tem efeitos indiretos sobre a eletrificação ao ampliar a capacidade de armazenamento do sistema elétrico. A fábrica também deve incorporar tecnologias de integração como a arquitetura cell-to-pack.
O investimento se insere no contexto de expansão das energias renováveis no país. No curto prazo, o impacto sobre o setor automotivo é limitado, mas a iniciativa contribui para o desenvolvimento da cadeia industrial ligada ao armazenamento e à eletrificação.
Continue lendo...
A unidade terá capacidade de até 2 GWh por ano, equivalente a aproximadamente 400 sistemas de 5 MWh, com início de operação previsto para o segundo semestre de 2027. A planta deverá operar com alto nível de automação e estrutura voltada a testes e desenvolvimento.
VEJA TAMBÉM:
- Motoristas de aplicativo podem ou não usar o celular ao volante?
- Localiza fecha acordo para compra de 10 mil carros elétricos e híbridos da BYD
- Fabricante de aditivos promete Pix de R$ 5 mil se produto falhar e amplia vendas
A produção será destinada ao armazenamento estacionário de energia, utilizado para estabilizar redes elétricas e ampliar a integração de fontes renováveis, como solar e eólica, especialmente após os leilões regulatórios promovidos pelo governo federal.
Embora não envolva baterias para veículos elétricos, o projeto tem efeitos indiretos sobre a eletrificação ao ampliar a capacidade de armazenamento do sistema elétrico. A fábrica também deve incorporar tecnologias de integração como a arquitetura cell-to-pack.
O investimento se insere no contexto de expansão das energias renováveis no país. No curto prazo, o impacto sobre o setor automotivo é limitado, mas a iniciativa contribui para o desenvolvimento da cadeia industrial ligada ao armazenamento e à eletrificação.
Continue lendo...