A Aston Martin levou ao Tribunal de Apelações do Reino Unido a disputa judicial contra o grupo chinês Geely por direitos de propriedade intelectual. A montadora britânica questiona a suposta semelhança entre seu icônico emblema alado e o novo logotipo desenvolvido pela London EV Company (LEVC), subsidiária da Geely voltada à produção de táxis elétricos londrinos.
O embate gira em torno de um símbolo que apresenta a cabeça de um cavalo ao centro, ladeada por asas. Para a Aston Martin, a composição visual é excessivamente próxima de sua identidade histórica, o que poderia induzir consumidores ao erro e diluir o prestígio da marca associada aos carros de James Bond.
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A contenda teve início em 2022, quando a Geely solicitou o registro do emblema no Reino Unido. No ano seguinte, o Escritório de Propriedade Intelectual (IPO) britânico rejeitou as alegações da Aston Martin, argumentando que não haveria “probabilidade real de confusão”. Na decisão, o órgão destacou as diferenças óbvias entre os segmentos de mercado das marcas e lembrou que outras fabricantes, como Bentley e Mini, também utilizam elementos alados sem prejuízo mútuo.
Mesmo com o parecer desfavorável, a Aston Martin optou por recorrer, reforçando a estratégia de proteção rigorosa de seus ativos visuais. O caso ganha contornos de ironia corporativa, dado que a Geely tornou-se, em 2023, um de seus maiores acionistas ao adquirir 17% de participação na empresa.
Em nota, o grupo chinês, que também controla a Volvo e a Lotus, classificou o episódio como uma disputa rotineira de registros comerciais. A empresa afirmou à imprensa europeia manter uma relação profissional e produtiva com a diretoria da Aston Martin, minimizando eventuais desgastes causados pelo litígio nos tribunais londrinos.
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O embate gira em torno de um símbolo que apresenta a cabeça de um cavalo ao centro, ladeada por asas. Para a Aston Martin, a composição visual é excessivamente próxima de sua identidade histórica, o que poderia induzir consumidores ao erro e diluir o prestígio da marca associada aos carros de James Bond.
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A contenda teve início em 2022, quando a Geely solicitou o registro do emblema no Reino Unido. No ano seguinte, o Escritório de Propriedade Intelectual (IPO) britânico rejeitou as alegações da Aston Martin, argumentando que não haveria “probabilidade real de confusão”. Na decisão, o órgão destacou as diferenças óbvias entre os segmentos de mercado das marcas e lembrou que outras fabricantes, como Bentley e Mini, também utilizam elementos alados sem prejuízo mútuo.
Mesmo com o parecer desfavorável, a Aston Martin optou por recorrer, reforçando a estratégia de proteção rigorosa de seus ativos visuais. O caso ganha contornos de ironia corporativa, dado que a Geely tornou-se, em 2023, um de seus maiores acionistas ao adquirir 17% de participação na empresa.
Em nota, o grupo chinês, que também controla a Volvo e a Lotus, classificou o episódio como uma disputa rotineira de registros comerciais. A empresa afirmou à imprensa europeia manter uma relação profissional e produtiva com a diretoria da Aston Martin, minimizando eventuais desgastes causados pelo litígio nos tribunais londrinos.
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