O rápido crescimento da demanda por veículos híbridos não plugáveis e plugáveis em grandes mercados no mundo, divulgado pela agência de notícias Reuters no começo desta semana, era previsível. As vendas globais desta configuração de automóvel quase triplicaram de 5,7 milhões para 16,1 milhões nos últimos cinco anos, de acordo com dados compilados pela LMC Automotive.
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Isso afeta direta e principalmente a Toyota, precursora deste tipo de motorização, nos principais mercados da América do Norte, Europa, Japão, Coreia do Sul, Índia e até na China. Compradores enfrentam longas filas após a procura pelos 100% elétricos (VE) arrefecer além do esperado. Faltam sinais claros de quando haverá recuperação.
Há combinação de fatores: interessados em elétricos aguardam o preço dos modelos recuar, encontrarem maior número de postos de recarga rápida em estradas e o avanço das baterias de estado sólido mais seguras e que armazenam maior quantidade de energia para estender o alcance. Espera-se por este tipo de bateria em 2028, embora possam estrear antes em alguns modelos.
Hyundai Palisade pode levar um ano para ser entregue ao comprador devido à demanda elevada (Foto: Hyundai | Divulgação)
Segundo a Reuters, “o aumento na procura mostra-se um desafio para a Toyota, dominante em híbridos. Mas também representa a aposta da fabricante japonesa nesta tecnologia contra previsões de alguns rivais de que VEs acabariam com a demanda por híbridos”.
Na Europa, a espera por Yaris Cross híbrido e RAV4 híbrido plugável chega a 70 dias. O dobro de tempo de 2020, apesar do aumento de produção. Na Índia, a Toyota informa de dois a nove meses de espera. Híbridos são um raro ponto positivo para a japonesa na China, onde enfrenta uma competição feroz de marcas locais. Nos EUA, já tinha anunciado que se prepara para converter a maior parte ou toda a sua linha para veículos exclusivamente híbridos.
Hyundai Palisade híbrido tem prazos de entrega, na Coreia do Sul, de até um ano. Em agosto passado, o fabricante disse que dobraria sua linha híbrida para 14 modelos até 2030 a fim de compensar a desaceleração dos elétricos. Na subsidiária Kia, há demora de sete a dez meses.
Honda indica forte interesse na América do Norte e Japão, mas não detalhou tempo de entrega. Outra agência, a Bloomberg, destaca posição da Stellantis que igualmente relata atrasos: “Os VEs não funcionaram, por isso, avançamos a todo vapor com os híbridos”, disse Jean-Philippe Imparato, executivo-chefe na Europa.
Economia de combustível é o principal motivo para híbridos valerem a espera, além de redução de emissões. No Brasil, há igual tendência pelo menor preço e despreocupação com recargas e alcance.
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Hyundai Palisade pode levar um ano para ser entregue ao comprador devido à demanda elevada (Foto: Hyundai | Divulgação)
Segundo a Reuters, “o aumento na procura mostra-se um desafio para a Toyota, dominante em híbridos. Mas também representa a aposta da fabricante japonesa nesta tecnologia contra previsões de alguns rivais de que VEs acabariam com a demanda por híbridos”.
Na Europa, a espera por Yaris Cross híbrido e RAV4 híbrido plugável chega a 70 dias. O dobro de tempo de 2020, apesar do aumento de produção. Na Índia, a Toyota informa de dois a nove meses de espera. Híbridos são um raro ponto positivo para a japonesa na China, onde enfrenta uma competição feroz de marcas locais. Nos EUA, já tinha anunciado que se prepara para converter a maior parte ou toda a sua linha para veículos exclusivamente híbridos.
Hyundai Palisade híbrido tem prazos de entrega, na Coreia do Sul, de até um ano. Em agosto passado, o fabricante disse que dobraria sua linha híbrida para 14 modelos até 2030 a fim de compensar a desaceleração dos elétricos. Na subsidiária Kia, há demora de sete a dez meses.
Honda indica forte interesse na América do Norte e Japão, mas não detalhou tempo de entrega. Outra agência, a Bloomberg, destaca posição da Stellantis que igualmente relata atrasos: “Os VEs não funcionaram, por isso, avançamos a todo vapor com os híbridos”, disse Jean-Philippe Imparato, executivo-chefe na Europa.
Economia de combustível é o principal motivo para híbridos valerem a espera, além de redução de emissões. No Brasil, há igual tendência pelo menor preço e despreocupação com recargas e alcance.