A Chevrolet iniciará a renovação de seu portfólio no Brasil com o lançamento de seus primeiros modelos híbridos flex. Segundo Jorge Moraes, da CNN, o Tracker foi o escolhido para estrear a tecnologia, que se torna a peça central do plano da General Motors para eletrificar a linha produzida em São Caetano do Sul (SP). A solução busca equilibrar a redução de emissões com a viabilidade comercial no mercado nacional.
Diferente dos sistemas híbridos plenos (HEV), o Tracker adota uma arquitetura híbrida-leve (MHEV) de 48V. Nesse conjunto, um motor elétrico substitui o alternador e o motor de arranque convencional, auxiliando a unidade a combustão em situações de maior esforço, como arrancadas e retomadas de velocidade.
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O foco da engenharia é a eficiência energética. Como o motor elétrico não traciona as rodas de forma independente, os índices de rendimento permanecem próximos aos atuais: o propulsor 1.0 turbo entrega 115,5 cv, enquanto o 1.2 turbo mantém os 141 cv. A vantagem reside na economia de combustível, na redução de poluentes e na maior suavidade do sistema start-stop.
A movimentação tem forte componente estratégico ligado ao Programa Carro Sustentável. A recalibragem dos motores e a adição do sistema de 48V permitem que o Tracker atenda aos novos índices de eficiência exigidos pelo governo. Ao se enquadrar nas metas, o modelo garante a manutenção do IPI zerado, evitando o salto para a alíquota de 6,3% prevista para veículos menos eficientes.
A ofensiva da Chevrolet se estenderá a outros segmentos em 2026. O próximo lançamento confirmado é o Sonic, que retorna ao Brasil com carroceria SUV cupê e o mesmo sistema híbrido-leve. Já no campo dos 100% elétricos, a aposta será o Binguo S, modelo posicionado para competir com o BYD Dolphin, equipado com motor de 101 cv e foco na mobilidade urbana.
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Diferente dos sistemas híbridos plenos (HEV), o Tracker adota uma arquitetura híbrida-leve (MHEV) de 48V. Nesse conjunto, um motor elétrico substitui o alternador e o motor de arranque convencional, auxiliando a unidade a combustão em situações de maior esforço, como arrancadas e retomadas de velocidade.
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Eficiência energética e tributação
O foco da engenharia é a eficiência energética. Como o motor elétrico não traciona as rodas de forma independente, os índices de rendimento permanecem próximos aos atuais: o propulsor 1.0 turbo entrega 115,5 cv, enquanto o 1.2 turbo mantém os 141 cv. A vantagem reside na economia de combustível, na redução de poluentes e na maior suavidade do sistema start-stop.
A movimentação tem forte componente estratégico ligado ao Programa Carro Sustentável. A recalibragem dos motores e a adição do sistema de 48V permitem que o Tracker atenda aos novos índices de eficiência exigidos pelo governo. Ao se enquadrar nas metas, o modelo garante a manutenção do IPI zerado, evitando o salto para a alíquota de 6,3% prevista para veículos menos eficientes.
A ofensiva da Chevrolet se estenderá a outros segmentos em 2026. O próximo lançamento confirmado é o Sonic, que retorna ao Brasil com carroceria SUV cupê e o mesmo sistema híbrido-leve. Já no campo dos 100% elétricos, a aposta será o Binguo S, modelo posicionado para competir com o BYD Dolphin, equipado com motor de 101 cv e foco na mobilidade urbana.
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