Proprietários do Lamborghini Urus — um dos SUVs mais cobiçados do mercado de luxo — enfrentam um dilema estético que expõe as fragilidades de seus componentes de alta complexidade. Isso porque um defeito de projeto nos faróis de LED das unidades do carro tem causado o amarelamento precoce da luz de condução diurna (DRL), transformando a assinatura visual branca e nítida em um tom encardido e assimétrico.
O problema ganhou repercussão após um relato no fórum Reddit, onde um proprietário evidenciou que o problema técnico reside na proximidade excessiva entre os módulos de LED e o tubo-guia de luz dentro da carcaça do farol. Com o uso, o calor excessivo gerado pelos diodos queima a extremidade do componente acrílico, alterando a temperatura da cor da luz.
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A gravidade do caso tornou-se pública após o proprietário substituir apenas o farol do lado do passageiro, danificado em uma colisão. O componente novo recuperou o brilho original, evidenciando o desgaste amarelado do farol do motorista, que permaneceu original. O resultado é uma assimetria gritante que, segundo o dono do SUV, compromete o valor de revenda e a identidade visual do veículo, equipado com motor V8 de 650 cv.
A solução, contudo, esbarra em cifras astronômicas: cada conjunto óptico custa entre US$ 5.000 e US$ 7.000. Em valores convertidos para o mercado brasileiro, o custo unitário ultrapassa os R$ 35 mil. O impasse financeiro é agravado pela postura das seguradoras, que rotineiramente recusam o pagamento da troca do componente íntegro, alegando que o amarelamento é um desgaste natural ou defeito de fabricação, e não consequência direta de sinistro.
Embora especialistas recomendem a substituição do par para garantir a harmonia estética, o episódio levanta discussões sobre a obsolescência de tecnologias em supercarros e a responsabilidade das marcas diante de falhas crônicas que surgem logo após o término da garantia oficial.
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O problema ganhou repercussão após um relato no fórum Reddit, onde um proprietário evidenciou que o problema técnico reside na proximidade excessiva entre os módulos de LED e o tubo-guia de luz dentro da carcaça do farol. Com o uso, o calor excessivo gerado pelos diodos queima a extremidade do componente acrílico, alterando a temperatura da cor da luz.
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O “efeito colateral”
A gravidade do caso tornou-se pública após o proprietário substituir apenas o farol do lado do passageiro, danificado em uma colisão. O componente novo recuperou o brilho original, evidenciando o desgaste amarelado do farol do motorista, que permaneceu original. O resultado é uma assimetria gritante que, segundo o dono do SUV, compromete o valor de revenda e a identidade visual do veículo, equipado com motor V8 de 650 cv.
A solução, contudo, esbarra em cifras astronômicas: cada conjunto óptico custa entre US$ 5.000 e US$ 7.000. Em valores convertidos para o mercado brasileiro, o custo unitário ultrapassa os R$ 35 mil. O impasse financeiro é agravado pela postura das seguradoras, que rotineiramente recusam o pagamento da troca do componente íntegro, alegando que o amarelamento é um desgaste natural ou defeito de fabricação, e não consequência direta de sinistro.
Embora especialistas recomendem a substituição do par para garantir a harmonia estética, o episódio levanta discussões sobre a obsolescência de tecnologias em supercarros e a responsabilidade das marcas diante de falhas crônicas que surgem logo após o término da garantia oficial.
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