Depois do banho de água fria com o lançamento da Luce, a Ferrari resolveu mostrar que ainda corre sangue puro em suas veias. A marca acaba de revelar a 12Cilindri Manuale.
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Trata-se de uma versão do GT V12 de Maranello com transmissão de acionamento manual, mas sem conexões mecânicas. Isso mesmo: o sistema utiliza a conhecida caixa de dupla embreagem e oito marchas, com suas trocas absurdamente rápidas, mas exige que o motorista faça as mudanças, como num humilde carro popular.
Transmissão Manuale By-Wire resgata a clássica grelha e pomo em metal escovado, mas modo automático está a um botão de distância
O sistema, que foi batizado de Manuale By-Wire, mistura inglês e italiano e pode ser traduzido como “manual por cabo”. Ele conta com pedal de embreagem e trambulador. No entanto, não há conexões mecânicas, como garfos, luvas e varetas.
Por outro lado, o acionamento é como num carro manual qualquer: é preciso pisar na embreagem (de mentirinha), enquanto a alavanca aciona as posições de marcha que antes eram escalonadas pelas borboletas.
Além da alavanca, a versão ainda conta com pedal de embreagem, também com acionamento eletrônico
A Ferrari aponta que o conjunto mecânico é o mesmo, com unidade V12 6.5, de aspiração natural, que entrega 830 cv e 69 kgfm de torque, acoplada à caixa F1 de oito velocidades e à tração traseira.
A marca declara aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 2,9 segundos, mas aí vai depender do braço do motorista para fazer as trocas de forma tão precisa e imediata quanto a extraordinária caixa F1, que conhece os tempos de troca como mais ninguém. No entanto, se o “piloto” perceber que trocar marcha de Ferrari não é para ele, pode apenas conduzir o carro no modo automático, sem risco de fazer feio.
Apesar de o sistema não ser uma transmissão manual genuína, o acionamento eletrônico da transmissão não é novidade. Caixas automáticas há muito já abandonaram as conexões mecânicas.
Ferrari 12Cilindri mistura passado e futuro em um gran turismo de tirar o fôlego
As transmissões de variação contínua (CVT) contam com programações de posição manual que emula uma relação por engrenagens. É assim com a caixa que a Fiat utiliza na Strada, Pulse, Fastback e demais modelos.
Caixas automáticas convencionais, com conversores de torque, também estão abrindo mão do acionamento mecânico. Um exemplo recente está na gama Jeep, com o Commander, que utiliza transmissão por acionamento eletrônico. Marcas como Audi, Mercedes-Benz, Renault e Ram também adotam esse tipo de solução há bastante tempo.
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Trata-se de uma versão do GT V12 de Maranello com transmissão de acionamento manual, mas sem conexões mecânicas. Isso mesmo: o sistema utiliza a conhecida caixa de dupla embreagem e oito marchas, com suas trocas absurdamente rápidas, mas exige que o motorista faça as mudanças, como num humilde carro popular.
Transmissão Manuale By-Wire resgata a clássica grelha e pomo em metal escovado, mas modo automático está a um botão de distância
O sistema, que foi batizado de Manuale By-Wire, mistura inglês e italiano e pode ser traduzido como “manual por cabo”. Ele conta com pedal de embreagem e trambulador. No entanto, não há conexões mecânicas, como garfos, luvas e varetas.
Por outro lado, o acionamento é como num carro manual qualquer: é preciso pisar na embreagem (de mentirinha), enquanto a alavanca aciona as posições de marcha que antes eram escalonadas pelas borboletas.
Além da alavanca, a versão ainda conta com pedal de embreagem, também com acionamento eletrônico
A Ferrari aponta que o conjunto mecânico é o mesmo, com unidade V12 6.5, de aspiração natural, que entrega 830 cv e 69 kgfm de torque, acoplada à caixa F1 de oito velocidades e à tração traseira.
A marca declara aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 2,9 segundos, mas aí vai depender do braço do motorista para fazer as trocas de forma tão precisa e imediata quanto a extraordinária caixa F1, que conhece os tempos de troca como mais ninguém. No entanto, se o “piloto” perceber que trocar marcha de Ferrari não é para ele, pode apenas conduzir o carro no modo automático, sem risco de fazer feio.
Marcha simulada não é novidade
Apesar de o sistema não ser uma transmissão manual genuína, o acionamento eletrônico da transmissão não é novidade. Caixas automáticas há muito já abandonaram as conexões mecânicas.
Ferrari 12Cilindri mistura passado e futuro em um gran turismo de tirar o fôlego
As transmissões de variação contínua (CVT) contam com programações de posição manual que emula uma relação por engrenagens. É assim com a caixa que a Fiat utiliza na Strada, Pulse, Fastback e demais modelos.
Caixas automáticas convencionais, com conversores de torque, também estão abrindo mão do acionamento mecânico. Um exemplo recente está na gama Jeep, com o Commander, que utiliza transmissão por acionamento eletrônico. Marcas como Audi, Mercedes-Benz, Renault e Ram também adotam esse tipo de solução há bastante tempo.
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