A Ferrari 812 Competizione A consolidou-se como um dos ativos financeiros mais rentáveis do setor automotivo global. Em menos de três anos, o esportivo conversível registrou uma valorização capaz de quase quadruplicar seu preço original. Parte dessa explosão financeira deve-se à política restrita de Maranello: o modelo não esteve disponível para o mercado aberto. Apenas um círculo íntimo de 599 clientes da marca italiana recebeu o convite para a compra.
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A dimensão desse fenômeno econômico fica evidente em um exemplar que será oferecido nesta semana pela tradicional casa de leilões RM Sotheby’s. O veículo foi configurado por seu primeiro dono por US$ 852.420 (aproximadamente R$ 4,8 milhões em conversão direta). Agora, a estimativa é que o martelo seja batido por cifras entre US$ 2,5 milhões e US$ 2,8 milhões (até R$ 15,9 milhões).
Esse nível de lucratividade aproxima o superesportivo ao patamar de investimento em obras de arte raras. No caso do chassi em questão, o status de “item intocado” turbina as projeções: o carro rodou singelos 129 km (80 milhas) desde que saiu da fábrica, atraindo investidores impedidos de adquiri-lo diretamente.
O nível de personalização é outro trunfo. O proprietário original injetou quase US$ 150 mil (cerca de R$ 855 mil) apenas em opcionais. O valor engloba a clássica pintura Rosso Corsa com faixas Nürburgring, além de uma profusão de elementos em fibra de carbono exposta. Na cabine, o Alcantara nos tons vermelho e preto cobre os bancos, o painel e até mesmo o porta-malas — um requinte pouco prático, porém essencial para colecionadores que disputam a exclusividade.
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O salto financeiro em leilão
A dimensão desse fenômeno econômico fica evidente em um exemplar que será oferecido nesta semana pela tradicional casa de leilões RM Sotheby’s. O veículo foi configurado por seu primeiro dono por US$ 852.420 (aproximadamente R$ 4,8 milhões em conversão direta). Agora, a estimativa é que o martelo seja batido por cifras entre US$ 2,5 milhões e US$ 2,8 milhões (até R$ 15,9 milhões).
Esse nível de lucratividade aproxima o superesportivo ao patamar de investimento em obras de arte raras. No caso do chassi em questão, o status de “item intocado” turbina as projeções: o carro rodou singelos 129 km (80 milhas) desde que saiu da fábrica, atraindo investidores impedidos de adquiri-lo diretamente.
O nível de personalização é outro trunfo. O proprietário original injetou quase US$ 150 mil (cerca de R$ 855 mil) apenas em opcionais. O valor engloba a clássica pintura Rosso Corsa com faixas Nürburgring, além de uma profusão de elementos em fibra de carbono exposta. Na cabine, o Alcantara nos tons vermelho e preto cobre os bancos, o painel e até mesmo o porta-malas — um requinte pouco prático, porém essencial para colecionadores que disputam a exclusividade.
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