Notícia GWM Tank 300 é primeiro híbrido plug-in flex do mundo e chega ao Brasil hoje por R$ 342 mil

A Tank, divisão de SUVs off-road da GWM, acaba de anunciar, no Salão de Pequim, a versão híbrida plug-in flex do Tank 300. Trata-se do primeiro motor com essa combinação no mundo. O utilitário esportivo com vocação aventureira abrirá suas reservas a partir deste sábado (25), com preço tabelado em R$ 342.000.

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O projeto foi desenvolvido em parceria com a Bosch, com custo de aproximadamente R$ 16 milhões. As novidades acrescentadas para o uso do etanol incluem novas velas, filtro de combustível e bomba de alta pressão. Também há o novo sensor de etanol e calibração do motor para o ciclo Miller.

GWM Tank 300 2025 Cinza Dakar traseira em trilha
Conjunto mecânico manteve todas as características da versão 100% a gasolina

De resto, o Tank 300 não difere em nada do modelo que já conhecemos: ele mantém o sistema eletrificado, com motor 2.0 turbo associado a um motor elétrico que, juntos, rendem 394 cv e 76,0 kgfm. A transmissão é automática de nove marchas, com tração integral e aceleração de 0 a 100 km/h feita em 6,8 segundos.

Em termos de consumo, diz a GWM, o SUV faz até 18,3 km/l na cidade e 18,8 km/l na estrada com gasolina e até 13,1 km/l e 14,1 km/l com etanol, respectivamente, nas mesmas condições. Já a bateria de 37,1 kWh oferece autonomia de até 74 km no modo elétrico pelo padrão Inmetro. Em recarga rápida, o modelo aceita até 50 kW, permitindo encher sua bateria de 30% a 80% em aproximadamente 24 minutos.

Jabuticaba tupiniquim

GWM Tank 300 PHEV Flex 14

Questionados sobre por que o Tank 300 e não o Haval H6 (que utiliza motor 1.5 e tem mais volume de vendas), os executivos explicaram que o projeto correu em paralelo, mas o fato de 2.0 do Tank ser apenas híbrido plug-in facilitou os trabalhos e permitiu seu lançamento antecipado. No caso do Haval H6, são necessárias calibrações para as variantes PHEV e híbridas convencionais, que dão mais trabalho. O projeto, entretanto, deve ser finalizado em breve.

Em entrevista à imprensa brasileira, o chairman da GWM, Jack Wey, afirma que se trata de uma solução para o mercado basileiro, diante da importância que o país tem para as operações da marca e, por isso, merecia um anúncio em palco global. Perguntado se poderia aplicar a tecnologia em outros mercados, como o indiano, ele aponta que a demanda por etanol, por lá, ainda é baixa. O próximo passo será flexibilizar o motor 1.5 do H6, que deverá consumir outros R$ 14 milhões em investimentos.

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