O ano de 2026 começou com uma agenda de lançamentos movimentada, motivada pelas novidades apresentadas no Salão do Automóvel em 2025. O Brasil continua recebendo marcas novas e as já estabelecidas se movimentam para segurar essa invasão.
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Nessa matéria vamos listar todos os lançamentos de 20206. Ela será atualizada até o final do ano, com todos os carros novos, versões inéditas de mudanças significativas.
O modelo de trabalho pode vir com câmbio manual ou automático (Foto: Ford | Divulgação)
A Ford Ranger XL, modelo focado no serviço pesado, deixou de vir em configuração única. Ela ganhou opção de cabine simples e cabine-chassi. Outra mudança é que ela deixou de ser o único modelo vendido apenas com câmbio manual, agora todas as três opções de cabine podem vir com caixa manual ou automática.
O motor segue sendo o 2.0 EcoBlue de quatro cilindros em linha, com 170 cv e 41,3 kgfm. A tração da versão XL é 4×4.
O primeiro modelo da Caoa Changan foi um carro de luxo (Foto: Caoa Changan | Divulgação)
O Grupo Caoa é o responsável por trazer a Changan ao Brasil, sem abandonar a relação de longa data com a Chery. A nova marca chinesa representada pelo grupo brasileiro fez sua estreia com a marca de luxo Avatr, que servirá de mostruário de tudo que são capazes.
O Avatr 11 é um SUV grande feito em parceria com a Huawei e a CATL. A marca oferece ele em configurações de cinco ou quatro assentos, sendo a segunda com duas poltronas individuais na traseira.
Após lançar um híbrido e quatro elétricos, a GAC trouxe um carro apenas a combustão (Foto: GAC | Divulgação)
O GAC GS3 chega ao Brasil como alternativa para quem não quer um carro elétrico ou híbrido. Ele é um SUV compacto equipado com motor 1.5 turbo movido a gasolina, entrando no concorrido segmento que lidera as vendas no varejo.
Segundo a GAC, ela quer ter uma oferta com todos os tipos de propulsão no Brasil, diferente das outras conterrâneas que focam em carros eletrificados. O GS3 é vendido em duas versões.
Com o Jimny impedido de ser vendido aqui, a marca migrou para o Vitara elétrico (Foto: Suzuki | Divulgação)
A Suzuki não pode mais importar o Jimny pois o jipinho não atende às normas de emissões brasileiras. As concessionárias da japonesa agora irão vender o e Vitara, que é um SUV elétrico importado da Índia.
A versão escolhida para o Brasil possui dois motores, um em cada eixo. Quando combinados entregam 184 cv e 31,2 kgfm, a autonomia fica em 293 km no ciclo do Inmetro. Ele honra o nome com um modo off-road, que controla a tração nas quatro rodas para o uso em pisos de baixa aderência.
O primeiro híbrido da marca francesa no Brasil é derivado de um Geely e utiliza mecânica Volvo (Foto: Renault | Divulgação)
A Renault aproveitou sua parceria com a Geely para oferecer um SUV médio-grande híbrido no Brasil, para combater o GWM Haval H6 e o BYD Song Plus. O Koleos é um carro feito com plataforma da chinesa, com motor Volvo e produzido na Coréia do Sul.
Apesar dessa origem multinacional, o desenho e a ergonomia do interior seguem os padrões da Renault. O sistema híbrido é do tipo pleno, não exige recarga externa.
O motor turbo e a bateria maior trouxeram melhorias para o desempenho e a autonomia (Foto: BYD | Divulgação)
Parece que a BYD atualiza o Song Plus anualmente. Em 2025 ele ganhou uma reestilização, agora a novidade foi na mecânica. O motor 1.5 passou a ser turbinado, elevando a potência total combinada para 239 cv.
A bateria também cresceu, foi de 18,3 kWh para 26,6 kWh, elevando a autonomia em modo elétrico para 99 km. Essas mudanças parecem ter vindo para segurar as vendas diante do GWM Haval H6 nacional e dos novos concorrentes, como o Jaecoo 7, o Omoda 7 e o Geely EX5 híbrido que está a caminho.
É uma alternativa híbrida ao Tan (Foto: BYD | Divulgação)
A BYD realizou o lançamento oficial do Atto 8 junto da chegada do Song Plus Turbo. Essa novidade chega para ser um híbrido plug-in luxuoso e de sete lugares, uma alternativa ao Tan 100% elétrico.
O modelo conta com 488 cv, acelera de zero a 100 km/h em 4,9 segundos e autonomia de 111 km no modo elétrico. O pacote de luxo inclui suspensão ativa, sistema de som premium e nove airbags
Junto do visual veio uma esperada redução nos preços (Foto: Volkswagen | Divulgação)
A Volkswagen apresentou o Taos renovado em outubro de 2025, mas o lançamento atrasou por motivos não revelados. O SUV médio agora vem do México com desenho renovado e uma redução significativa nos preços para voltar a ser competitivo.
O Volkswagen Taos 2026 segue com o motor 1.4 TSI de 150 cv e o câmbio automático de oito marchas. Seus principais atributos no concorrido segmento de SUVs médios são o espaço interno, o motor eficiente e a boa reputação da marca.
O 1.6 turbo virou flex e foi parar na versão esportivada (Foto: Hyundai | Divulgação)
O motor 1.6 turbo do Hyundai Creta virou flex e perdeu potência nesse processo. Saiu de 193 cv para 176 cv com gasolina e 173 cv com etanol, perdendo o posto de SUV mais potente do segmento. O torque de 27 kgfm não mudou, assim como o câmbio de dupla embreagem.
Outra mudança que veio com o motor flex foi a versão N Line virando a topo de linha. Ela deixou de usar o 1.0 turbo e agora usa esse 1.6 turbo. A Ultimate também é oferecida com o propulsor mais forte, para quem deseja o desempenho mas não quer a decoração esportiva.
Modelo de entrada tem foco no público PcD e perdeu o pacote ADAS (Foto: Hyundai | Divulgação)
A linha 2027 do Hyundai Creta não veio com novidades apenas no topo da gama, a base também recebeu atenção. Ele ganhou a versão Action, com foco no público PcD e preço de R$ 119.990. Ela é similar a Comfort, mas perdeu o pacote ADAS e as opções de cores foram resumidas a três.
O motor 1.6 turbo de três cilindros rende 304 cv (Foto: Toyota | Divulgação)
Após ser confirmado no Salão do Automóvel, o Toyota GR Yaris foi lançado no Brasil em fevereiro. O hatch compacto esportivo tem o mesmo conjunto mecânico do GR Corolla, com motor 1.6 turbo de 304 cv e tração integral, mas a embalagem é menor e pesa 1.305 kg.
Serão apenas 198 unidades importadas para o Brasil, sendo 99 com câmbio manual de seis marchas e 99 com caixa automática de 8 marchas. O preço é o mesmo, a diferença de conteúdo se resume a alguns recursos ADAS indispensáveis no modelo manual.
O Tiggo 5X foi atualizado apenas com versões a combustão, o híbrido ficou para depois (Foto: Felipe Boutros | AutoPapo)
A Caoa Chery havia mostrado o Tiggo 5X reestilizado no Salão do Automóvel e colocou ele no mercado em fevereiro. O SUV mantém o monobloco antigo, mas recebeu mudanças estéticas na dianteira, traseira e lateral, ficando mais alinhado com o Tiggo 8.
Por dentro também mudou bastante, com novo painel, novos bancos e mais equipamentos. Porém onde ele segue igual é na mecânica: o motor 1.5 turbo que trabalha com o câmbio CVT de nove marchas continua. Nesse primeiro momento ele chegou apenas nas versões Sport e Pro, o modelo híbrido leve saiu de cena.
O modelo de entrada é o único sem pacote ADAS (Foto: Toyota | Divulgação)
O Toyota Yaris Cross foi apresentado em 2025 com quatro versões. Ele abriu a temporada de lançamento de 2026 com a quinta versão, a XR de entrada com motor 1.5 aspirado. Esse modelo remove o pacote ADAS e o ar-condicionado automático para ficar com preço abaixo do rival Honda HR-V.
O furgão aposta no motor de Hilux para incomodar a Renault Master (Foto: Toyota | Divulgação)
A van Toyota Hiace chegou ao mercado apenas em versões de passageiros. No início de 2026 ela ganhou a versão furgão para cargas. A mecânica é a mesma da Hilux, com o motor 2.8 turbodiesel e câmbio automático de seis marchas.
Essa versão adiciona ao pacote de itens de série a regulagem elétrica dos retrovisores, os faróis de neblina e os serviços conectados. A capacidade de carga fica em 1.055 kg com volume de carga de 9,3 m³. A Hiace Furgão pode ser conduzida por motoristas com CNH de categoria B.
O S06 é para quem não curte o visual quadrado dos irmãos (Foto: Jetour | Divulgação)
A Jetour é mais uma marca do Chery que chegou ao Brasil através da matriz, mas de forma independente das outras marcas do grupo e sem participação da Caoa. O S06 é um SUV médio-grande híbrido plug-in, que está de olho nos bem sucedidos GWM Haval H6 e BYD Song Plus.
Ele se difere do resto da linha por ter um visual mais sofisticado, sem o apelo fora de estrada. O Jetour S06 foi lançado em duas versões e deverá ser o carro de maior volume da marca nesse primeiro momento.
O SUV médio tem visual aventureiro, mas a mecânica é similar a do S06 (Foto: Jetour | Divulgação)
O Jetour T1 é uma alternativa para quem prefere um visual mais parrudo que o do S06. A mecânica é a mesma, com o 1.5 turbo a gasolina sendo combinado a um motor elétrico e tracionando as rodas dianteiras.
O T1 também vem mais equipado, justificando o preço maior que o do irmão. Sua bateria de 26,7 kWh proporciona 88 km de autonomia em modo elétrico.
O topo de linha tem baterias maiores e motor mais forte (Foto: Jetour | Divulgação)
O topo da gama inicial da Jetour é o T2. Esse SUV mede quase 5 m de comprimento, tem tampa do porta-malas com abertura lateral e interior mais luxuoso. Apesar do visual de jipão, ele tem tração dianteira como os irmãos.
Seu motor a combustão é o mesmo 1.5 turbo com injeção direta, mas aqui trabalha junto de dois motores elétricos e um câmbio de três marchas, passando dos 300 cv. A bateria é a mesma de 26,7 kWh dos irmãos, mas devido ao peso e aos motores mais fortes a autonomia cai para 75 km.
O motor Hurricane começou a virar flex com o Compass, a força não mudou (Foto: Jeep | Divulgação)
Já era esperado que o motor 2.0 turbo Hurricane da Stellantis se tornasse flex em 2026. O primeiro carro com essa usina de força a poder rodar com etanol foi o Jeep Compass Blackhawk. O combustível vegetal não trouxe melhorias no desempenho nem potência adicional, os ganhos ficam em ter mais opções na hora de abastecer.
Opção de dois motores era exclusiva do modelo fora de estrada, agora existe alternativa com visual mais discreto (Foto: Volvo | Divulgação)
O Volvo EX30 foi lançado no Brasil apenas com um motor, tracionando o eixo traseiro. A versão de dois motores veio com o modelo aventureiro Cross Country. Agora veio o Ultra, para quem quer mais desempenho sem a suspensão elevada.
O Volvo EX30 Ultra entrega 428 cv e 55,3 kgfm, que fazem o SUV acelerar de zero a 100 km/h em 3,6 s. A bateria é de 69 kWh e rende 316 km de autonomia.
O Série 1 agora vem apenas como hot hatch (Foto: BMW | Divulgação)
A BMW trouxe a nova geração do Série 1 partindo do modelo esportivo M135 xDrive. Esse modelo é um irmão maior do Mini Cooper JCW, usando uma versão de 317 cv do 2.0 turbo e contando com tração integral.
A aceleração de zero a 100 km/h fica em 4,9 segundos, ficando entre os hatchbacks mais rápidos disponíveis no Brasil. O lançamento faz parte da expansão da linha M Performance no Brasil, com promessa de mais modelos esportivos.
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Nessa matéria vamos listar todos os lançamentos de 20206. Ela será atualizada até o final do ano, com todos os carros novos, versões inéditas de mudanças significativas.
Março
Ford Ranger XL cabine simples
O modelo de trabalho pode vir com câmbio manual ou automático (Foto: Ford | Divulgação)
A Ford Ranger XL, modelo focado no serviço pesado, deixou de vir em configuração única. Ela ganhou opção de cabine simples e cabine-chassi. Outra mudança é que ela deixou de ser o único modelo vendido apenas com câmbio manual, agora todas as três opções de cabine podem vir com caixa manual ou automática.
O motor segue sendo o 2.0 EcoBlue de quatro cilindros em linha, com 170 cv e 41,3 kgfm. A tração da versão XL é 4×4.
Caoa Changan Avatr 11
O primeiro modelo da Caoa Changan foi um carro de luxo (Foto: Caoa Changan | Divulgação)
O Grupo Caoa é o responsável por trazer a Changan ao Brasil, sem abandonar a relação de longa data com a Chery. A nova marca chinesa representada pelo grupo brasileiro fez sua estreia com a marca de luxo Avatr, que servirá de mostruário de tudo que são capazes.
O Avatr 11 é um SUV grande feito em parceria com a Huawei e a CATL. A marca oferece ele em configurações de cinco ou quatro assentos, sendo a segunda com duas poltronas individuais na traseira.
GAC GS3
Após lançar um híbrido e quatro elétricos, a GAC trouxe um carro apenas a combustão (Foto: GAC | Divulgação)
O GAC GS3 chega ao Brasil como alternativa para quem não quer um carro elétrico ou híbrido. Ele é um SUV compacto equipado com motor 1.5 turbo movido a gasolina, entrando no concorrido segmento que lidera as vendas no varejo.
Segundo a GAC, ela quer ter uma oferta com todos os tipos de propulsão no Brasil, diferente das outras conterrâneas que focam em carros eletrificados. O GS3 é vendido em duas versões.
Suzuki e Vitara
Com o Jimny impedido de ser vendido aqui, a marca migrou para o Vitara elétrico (Foto: Suzuki | Divulgação)
A Suzuki não pode mais importar o Jimny pois o jipinho não atende às normas de emissões brasileiras. As concessionárias da japonesa agora irão vender o e Vitara, que é um SUV elétrico importado da Índia.
A versão escolhida para o Brasil possui dois motores, um em cada eixo. Quando combinados entregam 184 cv e 31,2 kgfm, a autonomia fica em 293 km no ciclo do Inmetro. Ele honra o nome com um modo off-road, que controla a tração nas quatro rodas para o uso em pisos de baixa aderência.
Renault Koleos
O primeiro híbrido da marca francesa no Brasil é derivado de um Geely e utiliza mecânica Volvo (Foto: Renault | Divulgação)
A Renault aproveitou sua parceria com a Geely para oferecer um SUV médio-grande híbrido no Brasil, para combater o GWM Haval H6 e o BYD Song Plus. O Koleos é um carro feito com plataforma da chinesa, com motor Volvo e produzido na Coréia do Sul.
Apesar dessa origem multinacional, o desenho e a ergonomia do interior seguem os padrões da Renault. O sistema híbrido é do tipo pleno, não exige recarga externa.
BYD Song Plus Turbo
O motor turbo e a bateria maior trouxeram melhorias para o desempenho e a autonomia (Foto: BYD | Divulgação)
Parece que a BYD atualiza o Song Plus anualmente. Em 2025 ele ganhou uma reestilização, agora a novidade foi na mecânica. O motor 1.5 passou a ser turbinado, elevando a potência total combinada para 239 cv.
A bateria também cresceu, foi de 18,3 kWh para 26,6 kWh, elevando a autonomia em modo elétrico para 99 km. Essas mudanças parecem ter vindo para segurar as vendas diante do GWM Haval H6 nacional e dos novos concorrentes, como o Jaecoo 7, o Omoda 7 e o Geely EX5 híbrido que está a caminho.
BYD Atto 8
É uma alternativa híbrida ao Tan (Foto: BYD | Divulgação)
A BYD realizou o lançamento oficial do Atto 8 junto da chegada do Song Plus Turbo. Essa novidade chega para ser um híbrido plug-in luxuoso e de sete lugares, uma alternativa ao Tan 100% elétrico.
O modelo conta com 488 cv, acelera de zero a 100 km/h em 4,9 segundos e autonomia de 111 km no modo elétrico. O pacote de luxo inclui suspensão ativa, sistema de som premium e nove airbags
Fevereiro
Volkswagen Taos 2026
Junto do visual veio uma esperada redução nos preços (Foto: Volkswagen | Divulgação)
A Volkswagen apresentou o Taos renovado em outubro de 2025, mas o lançamento atrasou por motivos não revelados. O SUV médio agora vem do México com desenho renovado e uma redução significativa nos preços para voltar a ser competitivo.
O Volkswagen Taos 2026 segue com o motor 1.4 TSI de 150 cv e o câmbio automático de oito marchas. Seus principais atributos no concorrido segmento de SUVs médios são o espaço interno, o motor eficiente e a boa reputação da marca.
Hyundai Creta 1.6 turbo flex (N Line e Ultimate)
O 1.6 turbo virou flex e foi parar na versão esportivada (Foto: Hyundai | Divulgação)
O motor 1.6 turbo do Hyundai Creta virou flex e perdeu potência nesse processo. Saiu de 193 cv para 176 cv com gasolina e 173 cv com etanol, perdendo o posto de SUV mais potente do segmento. O torque de 27 kgfm não mudou, assim como o câmbio de dupla embreagem.
Outra mudança que veio com o motor flex foi a versão N Line virando a topo de linha. Ela deixou de usar o 1.0 turbo e agora usa esse 1.6 turbo. A Ultimate também é oferecida com o propulsor mais forte, para quem deseja o desempenho mas não quer a decoração esportiva.
Hyundai Creta Action
Modelo de entrada tem foco no público PcD e perdeu o pacote ADAS (Foto: Hyundai | Divulgação)
A linha 2027 do Hyundai Creta não veio com novidades apenas no topo da gama, a base também recebeu atenção. Ele ganhou a versão Action, com foco no público PcD e preço de R$ 119.990. Ela é similar a Comfort, mas perdeu o pacote ADAS e as opções de cores foram resumidas a três.
Toyota GR Yaris
O motor 1.6 turbo de três cilindros rende 304 cv (Foto: Toyota | Divulgação)
Após ser confirmado no Salão do Automóvel, o Toyota GR Yaris foi lançado no Brasil em fevereiro. O hatch compacto esportivo tem o mesmo conjunto mecânico do GR Corolla, com motor 1.6 turbo de 304 cv e tração integral, mas a embalagem é menor e pesa 1.305 kg.
Serão apenas 198 unidades importadas para o Brasil, sendo 99 com câmbio manual de seis marchas e 99 com caixa automática de 8 marchas. O preço é o mesmo, a diferença de conteúdo se resume a alguns recursos ADAS indispensáveis no modelo manual.
Caoa Chery Tiggo 5X 2027
O Tiggo 5X foi atualizado apenas com versões a combustão, o híbrido ficou para depois (Foto: Felipe Boutros | AutoPapo)
A Caoa Chery havia mostrado o Tiggo 5X reestilizado no Salão do Automóvel e colocou ele no mercado em fevereiro. O SUV mantém o monobloco antigo, mas recebeu mudanças estéticas na dianteira, traseira e lateral, ficando mais alinhado com o Tiggo 8.
Por dentro também mudou bastante, com novo painel, novos bancos e mais equipamentos. Porém onde ele segue igual é na mecânica: o motor 1.5 turbo que trabalha com o câmbio CVT de nove marchas continua. Nesse primeiro momento ele chegou apenas nas versões Sport e Pro, o modelo híbrido leve saiu de cena.
Janeiro
Toyota Yaris Cross XR
O modelo de entrada é o único sem pacote ADAS (Foto: Toyota | Divulgação)
O Toyota Yaris Cross foi apresentado em 2025 com quatro versões. Ele abriu a temporada de lançamento de 2026 com a quinta versão, a XR de entrada com motor 1.5 aspirado. Esse modelo remove o pacote ADAS e o ar-condicionado automático para ficar com preço abaixo do rival Honda HR-V.
Toyota Hiace Furgão
O furgão aposta no motor de Hilux para incomodar a Renault Master (Foto: Toyota | Divulgação)
A van Toyota Hiace chegou ao mercado apenas em versões de passageiros. No início de 2026 ela ganhou a versão furgão para cargas. A mecânica é a mesma da Hilux, com o motor 2.8 turbodiesel e câmbio automático de seis marchas.
Essa versão adiciona ao pacote de itens de série a regulagem elétrica dos retrovisores, os faróis de neblina e os serviços conectados. A capacidade de carga fica em 1.055 kg com volume de carga de 9,3 m³. A Hiace Furgão pode ser conduzida por motoristas com CNH de categoria B.
Jetour S06
O S06 é para quem não curte o visual quadrado dos irmãos (Foto: Jetour | Divulgação)
A Jetour é mais uma marca do Chery que chegou ao Brasil através da matriz, mas de forma independente das outras marcas do grupo e sem participação da Caoa. O S06 é um SUV médio-grande híbrido plug-in, que está de olho nos bem sucedidos GWM Haval H6 e BYD Song Plus.
Ele se difere do resto da linha por ter um visual mais sofisticado, sem o apelo fora de estrada. O Jetour S06 foi lançado em duas versões e deverá ser o carro de maior volume da marca nesse primeiro momento.
Jetour T1
O SUV médio tem visual aventureiro, mas a mecânica é similar a do S06 (Foto: Jetour | Divulgação)
O Jetour T1 é uma alternativa para quem prefere um visual mais parrudo que o do S06. A mecânica é a mesma, com o 1.5 turbo a gasolina sendo combinado a um motor elétrico e tracionando as rodas dianteiras.
O T1 também vem mais equipado, justificando o preço maior que o do irmão. Sua bateria de 26,7 kWh proporciona 88 km de autonomia em modo elétrico.
Jetour T2
O topo de linha tem baterias maiores e motor mais forte (Foto: Jetour | Divulgação)
O topo da gama inicial da Jetour é o T2. Esse SUV mede quase 5 m de comprimento, tem tampa do porta-malas com abertura lateral e interior mais luxuoso. Apesar do visual de jipão, ele tem tração dianteira como os irmãos.
Seu motor a combustão é o mesmo 1.5 turbo com injeção direta, mas aqui trabalha junto de dois motores elétricos e um câmbio de três marchas, passando dos 300 cv. A bateria é a mesma de 26,7 kWh dos irmãos, mas devido ao peso e aos motores mais fortes a autonomia cai para 75 km.
Jeep Compass Blackhawk Turboflex
O motor Hurricane começou a virar flex com o Compass, a força não mudou (Foto: Jeep | Divulgação)
Já era esperado que o motor 2.0 turbo Hurricane da Stellantis se tornasse flex em 2026. O primeiro carro com essa usina de força a poder rodar com etanol foi o Jeep Compass Blackhawk. O combustível vegetal não trouxe melhorias no desempenho nem potência adicional, os ganhos ficam em ter mais opções na hora de abastecer.
Volvo EX30 Ultra
Opção de dois motores era exclusiva do modelo fora de estrada, agora existe alternativa com visual mais discreto (Foto: Volvo | Divulgação)
O Volvo EX30 foi lançado no Brasil apenas com um motor, tracionando o eixo traseiro. A versão de dois motores veio com o modelo aventureiro Cross Country. Agora veio o Ultra, para quem quer mais desempenho sem a suspensão elevada.
O Volvo EX30 Ultra entrega 428 cv e 55,3 kgfm, que fazem o SUV acelerar de zero a 100 km/h em 3,6 s. A bateria é de 69 kWh e rende 316 km de autonomia.
BMW M135
O Série 1 agora vem apenas como hot hatch (Foto: BMW | Divulgação)
A BMW trouxe a nova geração do Série 1 partindo do modelo esportivo M135 xDrive. Esse modelo é um irmão maior do Mini Cooper JCW, usando uma versão de 317 cv do 2.0 turbo e contando com tração integral.
A aceleração de zero a 100 km/h fica em 4,9 segundos, ficando entre os hatchbacks mais rápidos disponíveis no Brasil. O lançamento faz parte da expansão da linha M Performance no Brasil, com promessa de mais modelos esportivos.
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