A empresa sueca Cake, especialista na construção de motos e bicicletas elétricas, quer tornar os seus veículos ainda mais amigos do meio ambiente e pretende erradicar o plástico de sua linha de montagem. Para isso, ela se juntou com a startup Papershell para fabricar motocicletas feitas de papel.
Por serem elétricas, as motos produzidas pela Cake não emitem gases estufa. No entanto, ainda existem alguns componentes – o plástico principalmente – que ainda são utilizados no processo de fabricação e, quando descartado poluem o meio ambiente. Por isso surgiu a parceria com a Papershell.
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A empresa parceira foi fundada em 2021 e cria materiais susentáveis e resistentes utilizando papel. Com isso, a Papershell busca usar produtos naturais para criar soluções para as mudanças climáticas. Atualmente, a entidade produz um composto de fibra natural que, segundo ela mesmo afirma, é mais forte que o plástico e é menos nocivo à natureza.
De acordo com a Papershell, o material produz 0,65kg de CO2 por unidade funcional, enquanto o polipropileno produz mais emissões de carbono com 4,95kg de CO2, com fibra de vidro criando 25,05kg de CO2.
A Cake afirma que a união vai servir para avaliar as propriedades do material e seu uso potencial como alternativa a certos plásticos usados atualmente na produção de motos.
Outro ponto positivo da startup sueca é que, mesmo sendo produzido com 100% de celulose, o composto é resistente a temperaturas instáveis, fogo, dilatações térmicas, colisções, etc.
A sociedade entre Cake e Papershell espera produzir a moto elétrica com “menor rastro de carbono possível” até 2025. Contudo, ainda não existe um protótipo da moto elétrica de papel.
Apesar de ser tratado como o futuro do automóvel, o carro elétrico já é bem antigo e foi inventado antes mesmo do veículo à combustão.
O post Montadora sueca pretende utilizar papel para produzir motos elétricas apareceu primeiro em AutoPapo.
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Por serem elétricas, as motos produzidas pela Cake não emitem gases estufa. No entanto, ainda existem alguns componentes – o plástico principalmente – que ainda são utilizados no processo de fabricação e, quando descartado poluem o meio ambiente. Por isso surgiu a parceria com a Papershell.
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A empresa parceira foi fundada em 2021 e cria materiais susentáveis e resistentes utilizando papel. Com isso, a Papershell busca usar produtos naturais para criar soluções para as mudanças climáticas. Atualmente, a entidade produz um composto de fibra natural que, segundo ela mesmo afirma, é mais forte que o plástico e é menos nocivo à natureza.
De acordo com a Papershell, o material produz 0,65kg de CO2 por unidade funcional, enquanto o polipropileno produz mais emissões de carbono com 4,95kg de CO2, com fibra de vidro criando 25,05kg de CO2.
A Cake afirma que a união vai servir para avaliar as propriedades do material e seu uso potencial como alternativa a certos plásticos usados atualmente na produção de motos.
“Estamos entusiasmados em trabalhar com a PaperShell e esperamos poder desempenhar um papel crucial na busca de um material que possa minimizar ou até erradicar o uso de plásticos convencionais em nossas motocicletas”
Outro ponto positivo da startup sueca é que, mesmo sendo produzido com 100% de celulose, o composto é resistente a temperaturas instáveis, fogo, dilatações térmicas, colisções, etc.
A sociedade entre Cake e Papershell espera produzir a moto elétrica com “menor rastro de carbono possível” até 2025. Contudo, ainda não existe um protótipo da moto elétrica de papel.
Apesar de ser tratado como o futuro do automóvel, o carro elétrico já é bem antigo e foi inventado antes mesmo do veículo à combustão.
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