A Infiniti apresentou o novo QX65 sob uma estratégia de diferenciação visual no mercado de luxo. A aposta central da fabricante para o SUV cupê é a tonalidade Vermelho Sunfire, uma pintura que incorpora partículas reais de ouro para conferir profundidade e dinamismo à carroceria.
O desenvolvimento da cor seguiu princípios da pirâmide invertida do design, priorizando o impacto visual imediato. Inspirado no conceito japonês “Kintsugi” — a arte de reparar cerâmica com ouro, valorizando as imperfeições —, o tom foi projetado para variar conforme o ângulo de incidência da luz, entregando um brilho metálico sofisticado sem recorrer ao aspecto carregado de customizações comuns.
“Precisávamos transmitir uma sensação extraordinária desde o primeiro olhar”, afirmou Taisuke Nakamura, chefe de design da marca. Segundo Yasuhito Oba, designer de cores da Infiniti, o objetivo era alcançar um matiz que equilibrasse força e calor, fugindo do vermelho convencional da indústria.
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A produção do acabamento ocorre em três etapas rigorosas: uma base sólida de vermelho, uma camada intermediária contendo flocos de vidro microscópicos revestidos com ouro real e, por fim, um verniz transparente de alto brilho. Embora a quantidade de metal por veículo seja pequena, o valor do insumo exigiu que a logística fosse operada por caminhões blindados da Brinks até a fábrica de Decherd, no Tennessee (EUA).
De acordo com a Infiniti, cada unidade consome cerca de 7,6 litros de tinta. Para garantir a uniformidade, o controle de qualidade é monitorado por sistemas de inteligência artificial que detectam variações imperceptíveis ao olho humano. Uma vez aplicada e seca, a película de ouro comporta-se como um pigmento duradouro, mantendo a integridade visual sob condições climáticas extremas.
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O desenvolvimento da cor seguiu princípios da pirâmide invertida do design, priorizando o impacto visual imediato. Inspirado no conceito japonês “Kintsugi” — a arte de reparar cerâmica com ouro, valorizando as imperfeições —, o tom foi projetado para variar conforme o ângulo de incidência da luz, entregando um brilho metálico sofisticado sem recorrer ao aspecto carregado de customizações comuns.
“Precisávamos transmitir uma sensação extraordinária desde o primeiro olhar”, afirmou Taisuke Nakamura, chefe de design da marca. Segundo Yasuhito Oba, designer de cores da Infiniti, o objetivo era alcançar um matiz que equilibrasse força e calor, fugindo do vermelho convencional da indústria.
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A produção do acabamento ocorre em três etapas rigorosas: uma base sólida de vermelho, uma camada intermediária contendo flocos de vidro microscópicos revestidos com ouro real e, por fim, um verniz transparente de alto brilho. Embora a quantidade de metal por veículo seja pequena, o valor do insumo exigiu que a logística fosse operada por caminhões blindados da Brinks até a fábrica de Decherd, no Tennessee (EUA).
De acordo com a Infiniti, cada unidade consome cerca de 7,6 litros de tinta. Para garantir a uniformidade, o controle de qualidade é monitorado por sistemas de inteligência artificial que detectam variações imperceptíveis ao olho humano. Uma vez aplicada e seca, a película de ouro comporta-se como um pigmento duradouro, mantendo a integridade visual sob condições climáticas extremas.
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