A Hyundai prepara uma ruptura estética para a quinta geração do Tucson, prevista para chegar ao mercado global já na linha 2027. O SUV médio deve abandonar a atual linguagem visual “Sensuous Sportiness”, marcada por vincos complexos e fluidez, em favor de uma silhueta retilínea e robusta. A mudança segue a filosofia “Art of Steel”, diretriz já aplicada ao novo Santa Fe, que prioriza formas geométricas e superfícies planas.
O conjunto frontal será caracterizado pela verticalização, com um capô plano e assinatura luminosa em formato de “H”. O projeto prevê indicadores de direção posicionados verticalmente e uma barra de LED transversal. Nas laterais, o utilitário adotará maçanetas embutidas e caixas de roda mais musculosas, enquanto a traseira ostentará lanternas finas conectadas por um filete luminoso, reforçando a percepção de largura do veículo.
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No interior, a Hyundai planeja elevar o padrão de acabamento para competir com o segmento premium. O painel será dominado por uma central multimídia de 17″ integrada ao quadro de instrumentos digital de 9,9″. O sistema operacional será o inédito Pleos Connect, baseado em Android, que contará com o assistente virtual Gleo, movido por inteligência artificial para comandos de voz e gestão de rotas.
Sob o capô, a estratégia foca na eletrificação de alta eficiência. A versão híbrida plug-in (PHEV) deve estabelecer uma meta de 100 km de autonomia em modo puramente elétrico. Além disso, a marca estuda o lançamento de uma variante esportiva Tucson N, equipada com conjunto turbo-híbrido e tração integral, capaz de entregar 300 cv. A expectativa é que o modelo ofereça maior refinamento dinâmico sem abrir mão da economia de combustível exigida pelos novos padrões de emissões.
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O conjunto frontal será caracterizado pela verticalização, com um capô plano e assinatura luminosa em formato de “H”. O projeto prevê indicadores de direção posicionados verticalmente e uma barra de LED transversal. Nas laterais, o utilitário adotará maçanetas embutidas e caixas de roda mais musculosas, enquanto a traseira ostentará lanternas finas conectadas por um filete luminoso, reforçando a percepção de largura do veículo.
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Sob o capô, a estratégia foca na eletrificação de alta eficiência. A versão híbrida plug-in (PHEV) deve estabelecer uma meta de 100 km de autonomia em modo puramente elétrico. Além disso, a marca estuda o lançamento de uma variante esportiva Tucson N, equipada com conjunto turbo-híbrido e tração integral, capaz de entregar 300 cv. A expectativa é que o modelo ofereça maior refinamento dinâmico sem abrir mão da economia de combustível exigida pelos novos padrões de emissões.
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