A Volkswagen retomou o posto de marca mais vendida na China no primeiro bimestre de 2026, desbancando a BYD, que recuou para a quarta posição no ranking geral de emplacamentos. O movimento marca uma inflexão no maior mercado automotivo do mundo, onde o domínio absoluto dos veículos elétricos puros começa a dar espaço para montadoras com portfólios diversificados, incluindo modelos híbridos e a combustão.
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A mudança no ranking é reflexo direto das novas políticas fiscais de Pequim. Desde o início de 2026, o governo chinês encerrou a isenção total de impostos para a compra de elétricos; agora, esses modelos pagam 50% da taxa de aquisição. A retirada gradual dos subsídios nacionais prejudicou as fabricantes focadas exclusivamente em baterias de baixo custo.
Neste cenário, a Volkswagen registrou uma participação de 13,9%, enquanto a Geely assumiu a vice-liderança com 14,1% no segmento de passageiros. A BYD, embora ainda lidere o nicho de “Veículos de Nova Energia” (NEVs) com uma fatia superior a 19%, ela sentiu o arrefecimento nas vendas totais de sua linha de entrada.
Volkswagen vêm lançando modelos elétricos feitos sob medida para o mercado chinês
Para sustentar a retomada, a Volkswagen inicia nesta sexta-feira (13) a produção em massa do ID.UNYX 08 em sua unidade de Hefei. O SUV elétrico foi desenvolvido em tempo recorde — apenas 24 meses — por meio de uma joint venture com a chinesa Xpeng. A estratégia visa acelerar o desenvolvimento de software e tecnologias de conectividade, áreas onde as marcas locais ainda mantêm vantagem competitiva.
A BYD, por sua vez, prepara uma resposta tecnológica com a segunda geração da bateria Blade. A nova arquitetura promete maior densidade energética e recarga ultrarrápida, na tentativa de recuperar o protagonismo perdido após a reforma tributária que favoreceu o retorno das marcas tradicionais.
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O impacto dos novos impostos e a queda da BYD
A mudança no ranking é reflexo direto das novas políticas fiscais de Pequim. Desde o início de 2026, o governo chinês encerrou a isenção total de impostos para a compra de elétricos; agora, esses modelos pagam 50% da taxa de aquisição. A retirada gradual dos subsídios nacionais prejudicou as fabricantes focadas exclusivamente em baterias de baixo custo.
Neste cenário, a Volkswagen registrou uma participação de 13,9%, enquanto a Geely assumiu a vice-liderança com 14,1% no segmento de passageiros. A BYD, embora ainda lidere o nicho de “Veículos de Nova Energia” (NEVs) com uma fatia superior a 19%, ela sentiu o arrefecimento nas vendas totais de sua linha de entrada.
Estratégia tecnológica e parceria com a Xpeng
Volkswagen vêm lançando modelos elétricos feitos sob medida para o mercado chinês
Para sustentar a retomada, a Volkswagen inicia nesta sexta-feira (13) a produção em massa do ID.UNYX 08 em sua unidade de Hefei. O SUV elétrico foi desenvolvido em tempo recorde — apenas 24 meses — por meio de uma joint venture com a chinesa Xpeng. A estratégia visa acelerar o desenvolvimento de software e tecnologias de conectividade, áreas onde as marcas locais ainda mantêm vantagem competitiva.
A BYD, por sua vez, prepara uma resposta tecnológica com a segunda geração da bateria Blade. A nova arquitetura promete maior densidade energética e recarga ultrarrápida, na tentativa de recuperar o protagonismo perdido após a reforma tributária que favoreceu o retorno das marcas tradicionais.
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