O Congresso Nacional reforçou o controle de acesso à chapelaria, principal porta de entrada do complexo para parlamentares e autoridades, diante do temor de atentados — entre as hipóteses levantadas internamente, a de um carro-bomba. A informação é do site PlatôBR. A Polícia Legislativa passou a restringir a circulação de veículos na pista que desce até o local, liberando a passagem apenas para carros oficiais e de autoridades.
Com a nova regra, visitantes e jornalistas precisam desembarcar antes do ponto de acesso e seguir o restante do trajeto a pé. Veículos de aplicativo também deixaram de ter permissão para realizar embarques e desembarques na área. Turistas, quando conseguem, limitam-se a fotografar o gramado em frente ao prédio.
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A medida foi adotada pela cúpula do Congresso em meio à preocupação com a vulnerabilidade de uma das áreas de maior circulação do complexo legislativo. Reservadamente, um deputado integrante da Mesa Diretora resumiu o receio por trás da decisão: “Imagina se um carro-bomba explodir ali em frente à chapelaria?”.
Na prática, parte do percurso que antes era feito de carro até a porta passou a terminar alguns metros antes, e quem não dispõe de prerrogativa precisa completá-lo a pé. A medida atinge sobretudo a imprensa que acompanha o dia a dia das Casas e os visitantes que circulam pelo complexo.
Integrantes da Mesa Diretora avaliam que o controle mais rígido reduz brechas no entorno do edifício principal, ponto considerado sensível por ser a entrada mais próxima do plenário e dos gabinetes. Até agora, a restrição vinha sendo garantida apenas pela presença da Polícia Legislativa na pista, sem barreiras físicas capazes de impedir a aproximação de veículos.
É justamente essa lacuna que está no centro das conversas sobre como proteger a região. Como parte das discussões sobre o reforço da segurança, a cúpula estuda a instalação de cancelas para restringir ainda mais o acesso de carros à chapelaria.
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Com a nova regra, visitantes e jornalistas precisam desembarcar antes do ponto de acesso e seguir o restante do trajeto a pé. Veículos de aplicativo também deixaram de ter permissão para realizar embarques e desembarques na área. Turistas, quando conseguem, limitam-se a fotografar o gramado em frente ao prédio.
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Na prática, parte do percurso que antes era feito de carro até a porta passou a terminar alguns metros antes, e quem não dispõe de prerrogativa precisa completá-lo a pé. A medida atinge sobretudo a imprensa que acompanha o dia a dia das Casas e os visitantes que circulam pelo complexo.
Integrantes da Mesa Diretora avaliam que o controle mais rígido reduz brechas no entorno do edifício principal, ponto considerado sensível por ser a entrada mais próxima do plenário e dos gabinetes. Até agora, a restrição vinha sendo garantida apenas pela presença da Polícia Legislativa na pista, sem barreiras físicas capazes de impedir a aproximação de veículos.
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