O México abriga fábricas de algumas das maiores montadoras do mundo, mas nunca consolidou uma marca automotiva própria. O Olinia Uno quer mudar essa história: desenvolvido e fabricado no país com apoio do governo federal, o modelo inaugura a primeira marca mexicana de carros elétricos — e não nasce para disputar espaço com os elétricos de passeio convencionais. Sua meta é substituir as motocicletas e os mototáxis de três rodas que dominam as ruas mexicanas.
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Voltado a deslocamentos urbanos curtos e a frotas de táxi, o Uno aposta no aproveitamento do espaço interno. O compacto acomoda até seis passageiros e foi pensado para viagens curtas em grupo. As portas traseiras, no estilo das de ônibus, facilitam o acesso e permitem o embarque de um cadeirante sem qualquer adaptação na estrutura.
A mecânica é deliberadamente simples. O Uno usa uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 14,7 kWh e um único motor elétrico de cerca de 17 cv, que toca as rodas dianteiras. A velocidade máxima é limitada a 50 km/h e a autonomia chega a 100 km com carga completa. Ligado a uma tomada doméstica de 220 volts, o carro recarrega em torno de quatro horas — o suficiente para abastecer durante a noite.
O principal argumento de venda é financeiro. O Olinia Uno parte de R$ 44,5 mil (150 mil pesos). Segundo a Olinia, o custo de operação fica em torno de R$ 0,15 (0,50 peso) por quilômetro rodado.
O valor é bem inferior ao de um táxi convencional a combustão, estimado em até R$ 0,71 (2,4 pesos) por km, e ao de um mototáxi comum, de cerca de R$ 0,35 (1,18 peso) por km. A apresentação do protótipo, na base militar de Santa Lucía, teve a presença da presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, que conduziu o veículo até o palco.
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Proposta urbana, espaço interno e mecânica simples
Voltado a deslocamentos urbanos curtos e a frotas de táxi, o Uno aposta no aproveitamento do espaço interno. O compacto acomoda até seis passageiros e foi pensado para viagens curtas em grupo. As portas traseiras, no estilo das de ônibus, facilitam o acesso e permitem o embarque de um cadeirante sem qualquer adaptação na estrutura.
A mecânica é deliberadamente simples. O Uno usa uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 14,7 kWh e um único motor elétrico de cerca de 17 cv, que toca as rodas dianteiras. A velocidade máxima é limitada a 50 km/h e a autonomia chega a 100 km com carga completa. Ligado a uma tomada doméstica de 220 volts, o carro recarrega em torno de quatro horas — o suficiente para abastecer durante a noite.
Preço reduzido e custo por quilômetro rodado
O principal argumento de venda é financeiro. O Olinia Uno parte de R$ 44,5 mil (150 mil pesos). Segundo a Olinia, o custo de operação fica em torno de R$ 0,15 (0,50 peso) por quilômetro rodado.
O valor é bem inferior ao de um táxi convencional a combustão, estimado em até R$ 0,71 (2,4 pesos) por km, e ao de um mototáxi comum, de cerca de R$ 0,35 (1,18 peso) por km. A apresentação do protótipo, na base militar de Santa Lucía, teve a presença da presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, que conduziu o veículo até o palco.
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