Nem sempre a moto mais vendida é a única opção possível no mercado. Em diversas categorias, modelos líderes acabam se destacando pela tradição, ampla rede de concessionárias ou fama construída ao longo dos anos. Porém, algumas concorrentes tentam conquistar espaço apostando justamente em preços menores, equipamentos extras ou propostas semelhantes.
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De nakeds e scooters até trails e esportivas, o mercado brasileiro oferece alternativas para quem deseja fugir dos modelos mais populares sem abrir mão da proposta original. Em alguns casos, as diferenças de preço ultrapassam dezenas de milhares de reais.
Confira sete motos que podem servir como alternativas às líderes de seus segmentos:
Bajaj Pulsar N150 (Foto: Bajaj | Divulgação)
Honda CG 160 (Foto: Honda | Divulgação)
Começando pela Honda CG 160, a moto mais vendida do Brasil e que, sozinha, responde por mais de 20% de todos os emplacamentos de motocicletas do país. A líder isolada é a opção mais comum de motocicleta urbana convencional nas ruas.
Porém, quem não quiser encarar a japonesa pode apostar na indiana Bajaj Pulsar N150, variante lançada no país em 2024 com características semelhantes e preço abaixo do cobrado pela Honda. São R$ 16.300 de preço fixo da Bajaj contra R$ 18.980 (sem frete e taxas) cobrados pela Honda.
No quesito desempenho, ambas são bem semelhantes, com motor monocilíndrico de cerca de 14 cv de potência e posição de pilotagem próxima.
A Honda certamente sai na vantagem no quesito manutenção, já que o modelo é amplamente disseminado no país e conta com grande variedade de peças. Porém, a Bajaj tenta se sobressair apostando em conectividade com o celular, iluminação nos botões do punho e o extra do pedal de partida além do botão elétrico.
Haojue Master Ride 150 (Foto: Haojue | Divulgação)
Royal Enfield Hunter 350 2027 (Foto: Royal Enfield | Divulgação)
Já na categoria custom, quem tenta encarar a Hunter 350 é justamente uma das poucas motos mais baratas que ela no segmento: a Haojue Master Ride 150.
Custando R$ 16.928, cerca de R$ 3 mil a menos que a Hunter 350, a Haojue também é mais simples. Freios a disco sem ABS, iluminação convencional e um motor menor entregam um modelo menos encorpado, mas com proposta semelhante voltada ao deslocamento urbano.
Por mais que a vantagem da Royal Enfield esteja no desempenho superior no trânsito urbano, a Haojue aparece como uma moto mais barata e simples de manter, mantendo a proposta custom.
Shineray SBM 250T (Foto: Shineray | Divulgação)
Honda XRE 300 Sahara Raly 2026 (Foto: Honda | Divulgação)
Por mais que a XRE não tenha repetido exatamente o impacto deixado pela antiga XRE 300, ela mantém o legado de ser uma das motos mais vendidas entre as pequenas trails do Brasil. Para enfrentar essa queridinha, a SBM lançou recentemente uma concorrente que tenta chamar atenção pelo custo-benefício.
Com motor 250 cc de 30,8 cv, ela entrega potência superior à japonesa, além de contar com suspensão dianteira invertida, ABS de canal duplo, tomadas USB-C e USB-A e altura livre do solo de 290 mm.
Na proposta, os modelos são bastante parecidos, como trails de uso misto quase intermediárias. Além da vantagem em potência, a SBM custa R$ 24.990, contra R$ 30.990 da Honda (sem frete e taxas).
Kawasaki Versys 1100 (Foto: Kawasaki | Divulgação)
BMW R 1300 GS (Foto: BMW | Divulgação)
A categoria das grandes trails, segundo a Fenabrave, é dominada atualmente pela Royal Enfield Himalayan 450, uma moto que ainda não disputa exatamente o mesmo espaço das big trails tradicionais e tem poucas rivais com proposta semelhante de custo-benefício.
Por isso, a escolhida da lista foi a BMW R 1300 GS, uma das big trails mais desejadas do mercado. O modelo é conhecido pela capacidade de enfrentar diferentes tipos de terreno e pelo forte apelo em viagens, porém o preço de R$ 107.990 é um fator decisivo.
Mesmo sem o mesmo foco off-road da alemã, a Kawasaki Versys 1100 aparece como uma alternativa mais racional para quem prioriza conforto e estrada.
Partindo de R$ 76.090, a japonesa se destaca pelo motor quatro cilindros de 135 cv e 11,4 kgfm, câmbio de seis velocidades, tanque de 21 litros e peso seco de 233 kg. Além disso, o modelo costuma ser elogiado pelo conforto em longas viagens.
Bajaj Dominar NS 400z (Foto: Bajaj | Divulgação)
Yamaha MT-03 (Foto: Yamaha | Divulgação)
A Yamaha MT-03 lidera entre as nakeds de média cilindrada, mas é constantemente ameaçada pela Bajaj Dominar D400. Ainda assim, a Dominar NS400Z acaba sendo a opção mais comparada à japonesa por conta da proposta mais próxima.
Dotada de motor de 40 cv, câmbio de seis velocidades, freios ABS e conectividade USB, a indiana entrega características semelhantes às da MT-03.
Mesmo com ciclística e esportividade inferiores, a NS400Z se aproxima da japonesa principalmente pelo preço. São R$ 26.990 tabelados contra R$ 32.190 cobrados pela Yamaha (sem frete e taxas).
Honda Elite 125 (Foto: Honda | Divulgação)
Honda PCX 160 (Foto: Honda | Divulgação)
Nesta categoria, as Hondas competem entre si. A PCX 160, scooter mais vendida do mercado, pode ser substituída pela menor Elite 125 para quem prioriza economia.
Por mais que não haja comparação direta em desempenho — afinal, a PCX é mais potente e equipada —, a Elite aparece como opção mais acessível. O modelo custa R$ 14.300 contra R$ 18.710 da PCX 160.
Ainda assim, a Elite mantém a proposta urbana, além de contar com mecânica simples e a tradicional confiabilidade da marca.
Kawasaki Ninja ZX-6R (Foto: Kawasaki | Divulgação)
BMW S 1000 RR (Foto: BMW S 1000 RR | Divulgação)
Chegando ao fim da lista, a comparação pode parecer estranha à primeira vista. Afinal, colocar uma superesportiva de 1.000 cilindradas frente a uma 600 cc não parece exatamente justo. Porém, a relação faz sentido quando proposta e preço entram na conta.
A Kawasaki ZX-6R custa cerca de R$ 68 mil a menos que a BMW. Enquanto a japonesa parte de R$ 71.990, a alemã custa R$ 139.990, diferença suficiente para comprar outra motocicleta de menor porte. Além disso, a manutenção da Kawasaki tende a ser mais acessível.
No desempenho, porém, a ZX-6R foge do padrão tradicional das 600. O modelo conta com motor quatro cilindros capaz de entregar 129 cv e 7 kgfm de torque, além de controle de tração (KTRC), modos de potência selecionáveis, freios ABS inteligentes (KIBS) e quick-shifter bidirecional.
Mesmo que a BMW seja mais completa e potente, a Ninja consegue entregar uma experiência esportiva com custo consideravelmente mais baixo.
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De nakeds e scooters até trails e esportivas, o mercado brasileiro oferece alternativas para quem deseja fugir dos modelos mais populares sem abrir mão da proposta original. Em alguns casos, as diferenças de preço ultrapassam dezenas de milhares de reais.
Confira sete motos que podem servir como alternativas às líderes de seus segmentos:
1. Honda CG 160 – Bajaj Pulsar N150
Bajaj Pulsar N150 (Foto: Bajaj | Divulgação)
Honda CG 160 (Foto: Honda | Divulgação)
Começando pela Honda CG 160, a moto mais vendida do Brasil e que, sozinha, responde por mais de 20% de todos os emplacamentos de motocicletas do país. A líder isolada é a opção mais comum de motocicleta urbana convencional nas ruas.
Porém, quem não quiser encarar a japonesa pode apostar na indiana Bajaj Pulsar N150, variante lançada no país em 2024 com características semelhantes e preço abaixo do cobrado pela Honda. São R$ 16.300 de preço fixo da Bajaj contra R$ 18.980 (sem frete e taxas) cobrados pela Honda.
No quesito desempenho, ambas são bem semelhantes, com motor monocilíndrico de cerca de 14 cv de potência e posição de pilotagem próxima.
A Honda certamente sai na vantagem no quesito manutenção, já que o modelo é amplamente disseminado no país e conta com grande variedade de peças. Porém, a Bajaj tenta se sobressair apostando em conectividade com o celular, iluminação nos botões do punho e o extra do pedal de partida além do botão elétrico.
2. Royal Enfield Hunter 350 – Haojue Master Ride 150
Haojue Master Ride 150 (Foto: Haojue | Divulgação)
Royal Enfield Hunter 350 2027 (Foto: Royal Enfield | Divulgação)
Já na categoria custom, quem tenta encarar a Hunter 350 é justamente uma das poucas motos mais baratas que ela no segmento: a Haojue Master Ride 150.
Custando R$ 16.928, cerca de R$ 3 mil a menos que a Hunter 350, a Haojue também é mais simples. Freios a disco sem ABS, iluminação convencional e um motor menor entregam um modelo menos encorpado, mas com proposta semelhante voltada ao deslocamento urbano.
Por mais que a vantagem da Royal Enfield esteja no desempenho superior no trânsito urbano, a Haojue aparece como uma moto mais barata e simples de manter, mantendo a proposta custom.
3. Honda XRE 300 Sahara – SBM 250T
Shineray SBM 250T (Foto: Shineray | Divulgação)
Honda XRE 300 Sahara Raly 2026 (Foto: Honda | Divulgação)
Por mais que a XRE não tenha repetido exatamente o impacto deixado pela antiga XRE 300, ela mantém o legado de ser uma das motos mais vendidas entre as pequenas trails do Brasil. Para enfrentar essa queridinha, a SBM lançou recentemente uma concorrente que tenta chamar atenção pelo custo-benefício.
Com motor 250 cc de 30,8 cv, ela entrega potência superior à japonesa, além de contar com suspensão dianteira invertida, ABS de canal duplo, tomadas USB-C e USB-A e altura livre do solo de 290 mm.
Na proposta, os modelos são bastante parecidos, como trails de uso misto quase intermediárias. Além da vantagem em potência, a SBM custa R$ 24.990, contra R$ 30.990 da Honda (sem frete e taxas).
4. BMW R 1300 GS – Kawasaki Versys 1100
Kawasaki Versys 1100 (Foto: Kawasaki | Divulgação)
BMW R 1300 GS (Foto: BMW | Divulgação)
A categoria das grandes trails, segundo a Fenabrave, é dominada atualmente pela Royal Enfield Himalayan 450, uma moto que ainda não disputa exatamente o mesmo espaço das big trails tradicionais e tem poucas rivais com proposta semelhante de custo-benefício.
Por isso, a escolhida da lista foi a BMW R 1300 GS, uma das big trails mais desejadas do mercado. O modelo é conhecido pela capacidade de enfrentar diferentes tipos de terreno e pelo forte apelo em viagens, porém o preço de R$ 107.990 é um fator decisivo.
Mesmo sem o mesmo foco off-road da alemã, a Kawasaki Versys 1100 aparece como uma alternativa mais racional para quem prioriza conforto e estrada.
Partindo de R$ 76.090, a japonesa se destaca pelo motor quatro cilindros de 135 cv e 11,4 kgfm, câmbio de seis velocidades, tanque de 21 litros e peso seco de 233 kg. Além disso, o modelo costuma ser elogiado pelo conforto em longas viagens.
5. Yamaha MT-03 – Bajaj Dominar NS400Z
Bajaj Dominar NS 400z (Foto: Bajaj | Divulgação)
Yamaha MT-03 (Foto: Yamaha | Divulgação)
A Yamaha MT-03 lidera entre as nakeds de média cilindrada, mas é constantemente ameaçada pela Bajaj Dominar D400. Ainda assim, a Dominar NS400Z acaba sendo a opção mais comparada à japonesa por conta da proposta mais próxima.
Dotada de motor de 40 cv, câmbio de seis velocidades, freios ABS e conectividade USB, a indiana entrega características semelhantes às da MT-03.
Mesmo com ciclística e esportividade inferiores, a NS400Z se aproxima da japonesa principalmente pelo preço. São R$ 26.990 tabelados contra R$ 32.190 cobrados pela Yamaha (sem frete e taxas).
6. Honda PCX 160 – Honda Elite 125
Honda Elite 125 (Foto: Honda | Divulgação)
Honda PCX 160 (Foto: Honda | Divulgação)
Nesta categoria, as Hondas competem entre si. A PCX 160, scooter mais vendida do mercado, pode ser substituída pela menor Elite 125 para quem prioriza economia.
Por mais que não haja comparação direta em desempenho — afinal, a PCX é mais potente e equipada —, a Elite aparece como opção mais acessível. O modelo custa R$ 14.300 contra R$ 18.710 da PCX 160.
Ainda assim, a Elite mantém a proposta urbana, além de contar com mecânica simples e a tradicional confiabilidade da marca.
7. BMW S 1000 RR – Kawasaki Ninja ZX-6R
Kawasaki Ninja ZX-6R (Foto: Kawasaki | Divulgação)
BMW S 1000 RR (Foto: BMW S 1000 RR | Divulgação)
Chegando ao fim da lista, a comparação pode parecer estranha à primeira vista. Afinal, colocar uma superesportiva de 1.000 cilindradas frente a uma 600 cc não parece exatamente justo. Porém, a relação faz sentido quando proposta e preço entram na conta.
A Kawasaki ZX-6R custa cerca de R$ 68 mil a menos que a BMW. Enquanto a japonesa parte de R$ 71.990, a alemã custa R$ 139.990, diferença suficiente para comprar outra motocicleta de menor porte. Além disso, a manutenção da Kawasaki tende a ser mais acessível.
No desempenho, porém, a ZX-6R foge do padrão tradicional das 600. O modelo conta com motor quatro cilindros capaz de entregar 129 cv e 7 kgfm de torque, além de controle de tração (KTRC), modos de potência selecionáveis, freios ABS inteligentes (KIBS) e quick-shifter bidirecional.
Mesmo que a BMW seja mais completa e potente, a Ninja consegue entregar uma experiência esportiva com custo consideravelmente mais baixo.
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