A Audi do Brasil já está fabricando a terceira geração do Q3 em sua unidade de São José dos Pinhais (PR). O Audi Q3 chega à linha 2026 com atualizações profundas em design e conectividade para sustentar a competitividade da marca no segmento premium. A fabricação em solo paranaense ocorre sob o regime de montagem SKD (semi-knocked down), utilizando a estrutura do Grupo Volkswagen para garantir maior agilidade no abastecimento do mercado interno.
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O Audi Q3 2026 adota a mais recente identidade visual da fabricante alemã, caracterizada por linhas mais sóbrias e uma grade frontal de moldura única, redesenhada com elementos em formato de colmeia. O conjunto óptico de leds apresenta faróis mais afilados, enquanto a traseira incorpora lanternas interligadas por uma faixa luminosa funcional. A marca mantém a estratégia de produzir localmente tanto a carroceria SUV tradicional quanto a Sportback, de teto descendente.
No interior, o destaque é o novo cockpit digital, que integra o quadro de instrumentos e a central multimídia em uma peça única e curvada, direcionada ao condutor. O acabamento interno foi refinado com novos materiais sensíveis ao toque, e o console central foi reorganizado para incluir carregamento por indução de maior capacidade. Embora privilegie a tecnologia, o modelo mantém a versatilidade dos bancos traseiros corrediços, ainda que o porta-malas tenha sofrido uma leve redução de volume para otimizar o espaço para as baterias de acessórios.
Diferente das variantes híbridas europeias, o Q3 brasileiro aposta na robustez do motor 2.0 TFSI a gasolina. O propulsor entrega 231 cv e 35,7 kgfm de torque, acoplado à transmissão automática Tiptronic de oito velocidades.
O principal diferencial competitivo da linha 2026 é a tração integral permanente quattro, que agora tem componentes montados localmente pela primeira vez. Previsto para estrear nas lojas na segunda quinzena de maio, o utilitário será comercializado nas versões Prestige, Performance e Performance Black, reforçando a estratégia de nacionalização de componentes de alta performance da marca.
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Estética renovada e interface digital
O Audi Q3 2026 adota a mais recente identidade visual da fabricante alemã, caracterizada por linhas mais sóbrias e uma grade frontal de moldura única, redesenhada com elementos em formato de colmeia. O conjunto óptico de leds apresenta faróis mais afilados, enquanto a traseira incorpora lanternas interligadas por uma faixa luminosa funcional. A marca mantém a estratégia de produzir localmente tanto a carroceria SUV tradicional quanto a Sportback, de teto descendente.
No interior, o destaque é o novo cockpit digital, que integra o quadro de instrumentos e a central multimídia em uma peça única e curvada, direcionada ao condutor. O acabamento interno foi refinado com novos materiais sensíveis ao toque, e o console central foi reorganizado para incluir carregamento por indução de maior capacidade. Embora privilegie a tecnologia, o modelo mantém a versatilidade dos bancos traseiros corrediços, ainda que o porta-malas tenha sofrido uma leve redução de volume para otimizar o espaço para as baterias de acessórios.
Mecânica e tração integral nacionalizada
Diferente das variantes híbridas europeias, o Q3 brasileiro aposta na robustez do motor 2.0 TFSI a gasolina. O propulsor entrega 231 cv e 35,7 kgfm de torque, acoplado à transmissão automática Tiptronic de oito velocidades.
O principal diferencial competitivo da linha 2026 é a tração integral permanente quattro, que agora tem componentes montados localmente pela primeira vez. Previsto para estrear nas lojas na segunda quinzena de maio, o utilitário será comercializado nas versões Prestige, Performance e Performance Black, reforçando a estratégia de nacionalização de componentes de alta performance da marca.
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