Um incêndio de grandes proporções atingiu o subsolo de um condomínio em Teresina (PI), na madrugada desta terça-feira (17). O fogo, que teria se originado durante o carregamento de um veículo elétrico que não teve modelo revelado, , destruiu quatro automóveis e causou um prejuízo estimado em R$ 1 milhão. Apesar da densa fumaça que tomou o edifício e do pânico entre os moradores, não houve registro de feridos.
O incidente mobilizou o Corpo de Bombeiros por volta das 2h da manhã. Segundo relatos, as chamas se alastraram rapidamente pelo estacionamento privativo, atingindo veículos vizinhos ao ponto de recarga. Além do BYD Seal, um Toyota Corolla Cross, uma picape Ford Ranger e uma motocicleta foram completamente carbonizados pela intensidade do calor.
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O calor extremo e a fuligem também comprometeram outros modelos de luxo estacionados na vizinhança do foco inicial, incluindo um Audi Q8 e um Audi Q3, que sofreram danos estruturais e na pintura. Estimativas preliminares apontam que o valor de mercado dos veículos perdidos supera a marca de sete dígitos, sem contabilizar os reparos necessários na rede elétrica e na infraestrutura do condomínio.
A perícia técnica do Corpo de Bombeiros foi realizada ainda na manhã de terça-feira para identificar as causas precisas da combustão. Os investigadores buscam determinar se o curto-circuito ocorreu no sistema de gerenciamento das baterias de íon-lítio do automóvel ou se houve uma sobrecarga na instalação elétrica do prédio. O laudo conclusivo, que deve ser entregue em até 30 dias, é aguardado por seguradoras e pela administração do edifício para definir responsabilidades.
O caso em Teresina reacende o debate sobre normas de segurança para a instalação de carregadores de veículos elétricos em garagens coletivas, especialmente em condomínios que não foram originalmente projetados para suportar a alta demanda de energia desses dispositivos.
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O incidente mobilizou o Corpo de Bombeiros por volta das 2h da manhã. Segundo relatos, as chamas se alastraram rapidamente pelo estacionamento privativo, atingindo veículos vizinhos ao ponto de recarga. Além do BYD Seal, um Toyota Corolla Cross, uma picape Ford Ranger e uma motocicleta foram completamente carbonizados pela intensidade do calor.
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Danos estruturais e investigação técnica
O calor extremo e a fuligem também comprometeram outros modelos de luxo estacionados na vizinhança do foco inicial, incluindo um Audi Q8 e um Audi Q3, que sofreram danos estruturais e na pintura. Estimativas preliminares apontam que o valor de mercado dos veículos perdidos supera a marca de sete dígitos, sem contabilizar os reparos necessários na rede elétrica e na infraestrutura do condomínio.
A perícia técnica do Corpo de Bombeiros foi realizada ainda na manhã de terça-feira para identificar as causas precisas da combustão. Os investigadores buscam determinar se o curto-circuito ocorreu no sistema de gerenciamento das baterias de íon-lítio do automóvel ou se houve uma sobrecarga na instalação elétrica do prédio. O laudo conclusivo, que deve ser entregue em até 30 dias, é aguardado por seguradoras e pela administração do edifício para definir responsabilidades.
O caso em Teresina reacende o debate sobre normas de segurança para a instalação de carregadores de veículos elétricos em garagens coletivas, especialmente em condomínios que não foram originalmente projetados para suportar a alta demanda de energia desses dispositivos.
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