A Renault pode ampliar sua linha de SUVs no Brasil com um modelo de perfil cupê nos próximos anos — e o desenho desse futuro lançamento talvez já esteja à mostra na Europa. A aposta é que o projeto se inspire no Dacia Striker, SUV inédito que a marca romena do Grupo Renault acaba de detalhar e que compartilha a base técnica do Bigster e do nosso Boreal.
A própria Renault já sinalizou interesse em um SUV de linhas cupê para o país, e protótipos camuflados chegaram a ser flagrados em testes, segundo a imprensa especializada. Embora o Boreal tenha adotado uma silhueta mais tradicional, a expectativa é de que o conceito enfim ganhe forma em um novo modelo eletrificado.
Ao contrário de um SUV convencional, o Striker é descrito pela Dacia como uma mistura de três carros — utilitário, perua e sedã. Com 4,62 metros de comprimento, é o modelo mais longo já feito pela marca, mas fica em apenas 1,53 metro de altura, o que reforça o ar de perua alta de teto caído. O balanço traseiro alongado permite o recorte acentuado do teto sem sacrificar o espaço interno.
No design, aposta em linhas robustas, cintura elevada e assinatura de LEDs em formato de “T” na dianteira e na traseira. Caso chegue ao Brasil sob a marca Renault, a tendência é que adote identidade visual próxima à do Boreal e da futura picape Niagara.
Por dentro, traz painel de desenho horizontal, comandos físicos para as principais funções e console central elevado. O porta-malas oferece 600 litros de capacidade, com piso modular reversível.
Na Europa, o Striker será oferecido com diferentes motorizações, incluindo versões híbridas leves de 48 volts, opções bicombustível a gasolina e GLP e um conjunto híbrido completo. Este último combina um motor 1.8 aspirado de 109 cv, dois motores elétricos e bateria de 1,4 kWh, para uma potência somada de 155 cv, com prioridade à condução em modo elétrico para reduzir consumo e emissões.
Outra configuração une um motor 1.2 turbo de 140 cv a um motor elétrico no eixo traseiro, formando um sistema de tração integral eletrificada de cerca de 150 cv. Para o mercado brasileiro, a expectativa é que a Renault adapte essa arquitetura ao motor 1.3 turbo com sistema híbrido leve de 48 volts, solução prevista para o Boreal e para futuros modelos da plataforma RGMP.
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A própria Renault já sinalizou interesse em um SUV de linhas cupê para o país, e protótipos camuflados chegaram a ser flagrados em testes, segundo a imprensa especializada. Embora o Boreal tenha adotado uma silhueta mais tradicional, a expectativa é de que o conceito enfim ganhe forma em um novo modelo eletrificado.
Ao contrário de um SUV convencional, o Striker é descrito pela Dacia como uma mistura de três carros — utilitário, perua e sedã. Com 4,62 metros de comprimento, é o modelo mais longo já feito pela marca, mas fica em apenas 1,53 metro de altura, o que reforça o ar de perua alta de teto caído. O balanço traseiro alongado permite o recorte acentuado do teto sem sacrificar o espaço interno.
No design, aposta em linhas robustas, cintura elevada e assinatura de LEDs em formato de “T” na dianteira e na traseira. Caso chegue ao Brasil sob a marca Renault, a tendência é que adote identidade visual próxima à do Boreal e da futura picape Niagara.
Por dentro, traz painel de desenho horizontal, comandos físicos para as principais funções e console central elevado. O porta-malas oferece 600 litros de capacidade, com piso modular reversível.
Na Europa, o Striker será oferecido com diferentes motorizações, incluindo versões híbridas leves de 48 volts, opções bicombustível a gasolina e GLP e um conjunto híbrido completo. Este último combina um motor 1.8 aspirado de 109 cv, dois motores elétricos e bateria de 1,4 kWh, para uma potência somada de 155 cv, com prioridade à condução em modo elétrico para reduzir consumo e emissões.
Outra configuração une um motor 1.2 turbo de 140 cv a um motor elétrico no eixo traseiro, formando um sistema de tração integral eletrificada de cerca de 150 cv. Para o mercado brasileiro, a expectativa é que a Renault adapte essa arquitetura ao motor 1.3 turbo com sistema híbrido leve de 48 volts, solução prevista para o Boreal e para futuros modelos da plataforma RGMP.
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