O projeto do inédito SUV urbano da Renault, antecipado pelo conceito Bridger, deu um passo decisivo rumo à linha de montagem. Desenhos industriais do modelo acabam de ser registrados na Índia, revelando as formas definitivas do utilitário esportivo compacto. O veículo será construído sobre a plataforma modular RGMP (Renault Group Modular Platform), a mesma arquitetura que serve de base para o Kardian produzido no Brasil, evidenciando sua vocação global e as altas chances de desembarcar no mercado nacional nos próximos anos.
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Um detalhe peculiar do processo burocrático indiano é que as imagens foram catalogadas sob a categoria de “Jogos e Brinquedos”. Na prática, isso indica que os esboços oficiais referem-se a uma miniatura em escala do automóvel. Ainda assim, as proporções e os vincos confirmam que o modelo de produção manterá fidelidade estética ao protótipo revelado em março deste ano.
O Bridger aposta em um apelo visual robusto, com estilo frequentemente apelidado de “caixotinho”. A carroceria ostenta linhas retas, para-lamas alargados e assinaturas luminosas afiladas em LED na diagonal. Para acentuar a vocação aventureira, a fabricante francesa posicionou o estepe do lado de fora, fixado diretamente na tampa do porta-malas, um recurso estético de forte apelo nostálgico. As maçanetas traseiras, camufladas na coluna C, conferem um perfil mais limpo à lateral. Apesar da roupagem jipeira, o modelo terá apenas tração dianteira, abrindo mão do sistema 4×4.
Batizado em alusão a quem “faz a ponte”, o SUV terá a missão de conectar novos consumidores ao portfólio da marca, posicionando-se entre os veículos de entrada e a nova geração do Duster. Com lançamento mundial programado para o segundo semestre de 2027 na Índia, o veículo medirá menos de quatro metros de comprimento, dimensão estratégica para obter isenções fiscais no país asiático. Mesmo compacto, a engenharia promete um porta-malas na faixa dos 400 litros.
A versatilidade da plataforma RGMP permitirá uma gama variada de propulsores. No mercado internacional, estão previstas versões 1.2 aspirada, híbridas e até uma variante puramente elétrica. Em um futuro mercado nacional, a tendência é que o Bridger compartilhe a mecânica do Kardian, impulsionado pelo motor 1.0 turbo de três cilindros, que rende 125 cv e 22,4 kgfm, associado ao câmbio automatizado de dupla embreagem.
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Visual retilíneo e registro em miniatura
Um detalhe peculiar do processo burocrático indiano é que as imagens foram catalogadas sob a categoria de “Jogos e Brinquedos”. Na prática, isso indica que os esboços oficiais referem-se a uma miniatura em escala do automóvel. Ainda assim, as proporções e os vincos confirmam que o modelo de produção manterá fidelidade estética ao protótipo revelado em março deste ano.
O Bridger aposta em um apelo visual robusto, com estilo frequentemente apelidado de “caixotinho”. A carroceria ostenta linhas retas, para-lamas alargados e assinaturas luminosas afiladas em LED na diagonal. Para acentuar a vocação aventureira, a fabricante francesa posicionou o estepe do lado de fora, fixado diretamente na tampa do porta-malas, um recurso estético de forte apelo nostálgico. As maçanetas traseiras, camufladas na coluna C, conferem um perfil mais limpo à lateral. Apesar da roupagem jipeira, o modelo terá apenas tração dianteira, abrindo mão do sistema 4×4.
Posicionamento estratégico e motorização
Batizado em alusão a quem “faz a ponte”, o SUV terá a missão de conectar novos consumidores ao portfólio da marca, posicionando-se entre os veículos de entrada e a nova geração do Duster. Com lançamento mundial programado para o segundo semestre de 2027 na Índia, o veículo medirá menos de quatro metros de comprimento, dimensão estratégica para obter isenções fiscais no país asiático. Mesmo compacto, a engenharia promete um porta-malas na faixa dos 400 litros.
A versatilidade da plataforma RGMP permitirá uma gama variada de propulsores. No mercado internacional, estão previstas versões 1.2 aspirada, híbridas e até uma variante puramente elétrica. Em um futuro mercado nacional, a tendência é que o Bridger compartilhe a mecânica do Kardian, impulsionado pelo motor 1.0 turbo de três cilindros, que rende 125 cv e 22,4 kgfm, associado ao câmbio automatizado de dupla embreagem.
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