O Fiat Topolino chegou oficialmente ao mercado norte-americano com preço inicial de US$ 13.995 (cerca de R$ 72 mil), o que o posiciona como o modelo mais barato da marca nos Estados Unidos e como o carro elétrico mais em conta à venda em uma concessionária do país. Há um porém: o microcarro não pode circular de imediato nas vias públicas.
Isso porque o Topolino foi homologado, num primeiro momento, na mesma categoria dos carrinhos de golfe: a velocidade máxima é limitada a cerca de 30 km/h, abaixo do mínimo federal exigido para trafegar na rua, de modo que o uso fica restrito a propriedades privadas, condomínios e resorts.
A Fiat afirma que a limitação será temporária. Ainda neste ano, até o fim do verão nos EUA, a fabricante oferecerá gratuitamente um kit de conversão que enquadra o modelo na categoria federal de veículos de baixa velocidade (LSV). A atualização eleva a velocidade máxima para 40 km/h (25 mph) e inclui retrovisor interno, câmera de ré e alerta sonoro para pedestres, itens exigidos pela legislação.
Convertido, o Topolino poderá rodar em vias com limite de até 56 km/h (35 mph), regra adotada pela maioria dos estados, mas seguirá proibido em rodovias e interestaduais. O preço, por sua vez, tende a subir: além dos US$ 13.995, há uma taxa obrigatória de frete de US$ 990, que leva o valor inicial a US$ 14.985 (cerca de R$ 77 mil). Como referência, o concorrente direto GEM e2 já é vendido pronto para as ruas por cerca de US$ 18.990.
Derivado do Citroën Ami — plataforma que já passou de 75 mil unidades na Europa e é produzida no Marrocos —, o Topolino tem cerca de 2,5 m de comprimento, dois lugares e pouco menos de 490 kg. É movido por um motor elétrico de cerca de 8 cv, alimentado por uma bateria de 5,4 kWh que rende até 74 km de autonomia, com recarga completa em torno de cinco horas em tomada de 2,3 kW. A lista de equipamentos é enxuta: iluminação em LED, cintos de segurança, para-brisa, desembaçador e suporte para celular, sem ar-condicionado, som ou airbags — estes dispensados na categoria LSV.
Nos Estados Unidos, o modelo é oferecido em duas versões, ambas na cor Verde Vita e com rodas de 14″ de visual retrô. A convencional traz teto panorâmico de vidro e portas assimétricas, enquanto a Dolce Vita substitui as portas por cordas e adota teto de lona retrátil, de inspiração mediterrânea.
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Isso porque o Topolino foi homologado, num primeiro momento, na mesma categoria dos carrinhos de golfe: a velocidade máxima é limitada a cerca de 30 km/h, abaixo do mínimo federal exigido para trafegar na rua, de modo que o uso fica restrito a propriedades privadas, condomínios e resorts.
A Fiat afirma que a limitação será temporária. Ainda neste ano, até o fim do verão nos EUA, a fabricante oferecerá gratuitamente um kit de conversão que enquadra o modelo na categoria federal de veículos de baixa velocidade (LSV). A atualização eleva a velocidade máxima para 40 km/h (25 mph) e inclui retrovisor interno, câmera de ré e alerta sonoro para pedestres, itens exigidos pela legislação.
Convertido, o Topolino poderá rodar em vias com limite de até 56 km/h (35 mph), regra adotada pela maioria dos estados, mas seguirá proibido em rodovias e interestaduais. O preço, por sua vez, tende a subir: além dos US$ 13.995, há uma taxa obrigatória de frete de US$ 990, que leva o valor inicial a US$ 14.985 (cerca de R$ 77 mil). Como referência, o concorrente direto GEM e2 já é vendido pronto para as ruas por cerca de US$ 18.990.
Derivado do Citroën Ami — plataforma que já passou de 75 mil unidades na Europa e é produzida no Marrocos —, o Topolino tem cerca de 2,5 m de comprimento, dois lugares e pouco menos de 490 kg. É movido por um motor elétrico de cerca de 8 cv, alimentado por uma bateria de 5,4 kWh que rende até 74 km de autonomia, com recarga completa em torno de cinco horas em tomada de 2,3 kW. A lista de equipamentos é enxuta: iluminação em LED, cintos de segurança, para-brisa, desembaçador e suporte para celular, sem ar-condicionado, som ou airbags — estes dispensados na categoria LSV.
Nos Estados Unidos, o modelo é oferecido em duas versões, ambas na cor Verde Vita e com rodas de 14″ de visual retrô. A convencional traz teto panorâmico de vidro e portas assimétricas, enquanto a Dolce Vita substitui as portas por cordas e adota teto de lona retrátil, de inspiração mediterrânea.
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