Lançado no mercado nacional no fim de 2025 sob uma agressiva estratégia comercial para ganhar terreno, o hatch elétrico Geely EX2 passou por seu primeiro reajuste de preços. Com o esgotamento do lote promocional de estreia, o compacto chinês, disponível em duas configurações, teve seus valores atualizados no Brasil. Apesar do encarecimento, o modelo mantém o apelo de ser uma das opções mais bem equipadas do segmento, com foco na eficiência urbana e na recarga rápida das baterias.
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Ambas as versões compartilham o motor elétrico traseiro de 116 cv de potência e 15,3 kgfm, alimentado por uma bateria de 39 kWh. Pelo padrão do Inmetro, o alcance é de 289 km, marca que pode encostar nos 350 km em uso estritamente urbano. O principal atrativo técnico, contudo, é o sistema de carga rápida, capaz de recuperar de 30% a 80% da energia em 21 minutos.
Reajustes de valores:
No quesito equipamentos, as duas configurações saem de fábrica com suspensão independente nas quatro rodas e seis airbags. A opção Max justifica a diferença de preço com um pacote de assistência à condução (ADAS) completo. O sistema inclui controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, câmera panorâmica de 540º, além de comodidades como carregador por indução e ajustes elétricos no banco do motorista.
A aceitação inicial do EX2 no Brasil gerou uma demanda superior à oferta projetada pela montadora. O descompasso resultou em estoques limitados, o que acabou freando o ritmo de emplacamentos em fevereiro em razão dos gargalos normais de importação. A Geely, no entanto, projeta normalizar o fluxo de entregas no decorrer de 2026.
O bom desempenho nas concessionárias também serviu de catalisador para os estudos de nacionalização do hatch elétrico. A fabricante avalia produzir o EX2 na planta de São José dos Pinhais (PR), aproveitando a aliança estratégica que mantém com a Renault. Caso o projeto receba o sinal verde definitivo, a montagem no Brasil deve ser iniciada entre o fim de 2026 e 2027. O movimento fabril garantiria não apenas proteção contra variações cambiais, estabilizando preços, mas também maior agilidade no fornecimento de peças e serviços de pós-venda.
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Preços, versões e conjunto mecânico
Ambas as versões compartilham o motor elétrico traseiro de 116 cv de potência e 15,3 kgfm, alimentado por uma bateria de 39 kWh. Pelo padrão do Inmetro, o alcance é de 289 km, marca que pode encostar nos 350 km em uso estritamente urbano. O principal atrativo técnico, contudo, é o sistema de carga rápida, capaz de recuperar de 30% a 80% da energia em 21 minutos.
Reajustes de valores:
- A versão de entrada Pro passou de R$ 119.990 para R$ 123.800;
- A variante topo de linha Max subiu de R$ 135.100 para R$ 136.800.
No quesito equipamentos, as duas configurações saem de fábrica com suspensão independente nas quatro rodas e seis airbags. A opção Max justifica a diferença de preço com um pacote de assistência à condução (ADAS) completo. O sistema inclui controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, câmera panorâmica de 540º, além de comodidades como carregador por indução e ajustes elétricos no banco do motorista.
Demanda alta e planos de produção nacional
A aceitação inicial do EX2 no Brasil gerou uma demanda superior à oferta projetada pela montadora. O descompasso resultou em estoques limitados, o que acabou freando o ritmo de emplacamentos em fevereiro em razão dos gargalos normais de importação. A Geely, no entanto, projeta normalizar o fluxo de entregas no decorrer de 2026.
O bom desempenho nas concessionárias também serviu de catalisador para os estudos de nacionalização do hatch elétrico. A fabricante avalia produzir o EX2 na planta de São José dos Pinhais (PR), aproveitando a aliança estratégica que mantém com a Renault. Caso o projeto receba o sinal verde definitivo, a montagem no Brasil deve ser iniciada entre o fim de 2026 e 2027. O movimento fabril garantiria não apenas proteção contra variações cambiais, estabilizando preços, mas também maior agilidade no fornecimento de peças e serviços de pós-venda.
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