Uma operação policial de larga escala mobilizou o esquadrão antibombas e diversas forças de segurança no condado de Hillsborough, na Flórida, na última semana. O motivo da urgência foi o avistamento de uma Ford Maverick transportando o que pareciam ser dois mísseis militares na caçamba, provocando pânico em motoristas que trafegavam pela região de Plant City.
A abordagem foi conduzida pela Patrulha Rodoviária da Flórida após sucessivas denúncias ao serviço de emergência. Diante do potencial risco de detonação em via pública, o protocolo de crise foi acionado, envolvendo o Departamento do Xerife local, a polícia municipal e o Corpo de Bombeiros. O perímetro foi isolado imediatamente para garantir a segurança dos civis até a chegada dos especialistas em artefatos explosivos.
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O condutor do veículo, identificado como Michael Nipper, colaborou com os agentes e explicou que os objetos eram, na verdade, réplicas inofensivas destinadas a exibições e colecionismo. Após uma inspeção técnica minuciosa, os técnicos do esquadrão antibombas confirmaram que os supostos mísseis — que guardavam semelhança visual com modelos ar-ar do tipo AIM-120 Sidewinder — eram feitos de plástico e montados a partir de kits comerciais, sem qualquer carga bélica ou propelente.
A imagem da picape compacta carregando os projéteis brancos rapidamente viralizou, alimentando o folclore digital sobre incidentes inusitados no estado. Apesar de não ter cometido um crime direto, Nipper foi formalmente advertido pelas autoridades. A orientação é que o transporte de itens com “aparência excessivamente realista” seja feito de forma coberta ou discreta. O argumento das forças de segurança é que a exibição ostensiva de simulacros de armamento pesado configura alarme público, resultando em um gasto desnecessário de recursos do Estado e colocando a população em estado de alerta injustificado.
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A abordagem foi conduzida pela Patrulha Rodoviária da Flórida após sucessivas denúncias ao serviço de emergência. Diante do potencial risco de detonação em via pública, o protocolo de crise foi acionado, envolvendo o Departamento do Xerife local, a polícia municipal e o Corpo de Bombeiros. O perímetro foi isolado imediatamente para garantir a segurança dos civis até a chegada dos especialistas em artefatos explosivos.
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O condutor do veículo, identificado como Michael Nipper, colaborou com os agentes e explicou que os objetos eram, na verdade, réplicas inofensivas destinadas a exibições e colecionismo. Após uma inspeção técnica minuciosa, os técnicos do esquadrão antibombas confirmaram que os supostos mísseis — que guardavam semelhança visual com modelos ar-ar do tipo AIM-120 Sidewinder — eram feitos de plástico e montados a partir de kits comerciais, sem qualquer carga bélica ou propelente.
A imagem da picape compacta carregando os projéteis brancos rapidamente viralizou, alimentando o folclore digital sobre incidentes inusitados no estado. Apesar de não ter cometido um crime direto, Nipper foi formalmente advertido pelas autoridades. A orientação é que o transporte de itens com “aparência excessivamente realista” seja feito de forma coberta ou discreta. O argumento das forças de segurança é que a exibição ostensiva de simulacros de armamento pesado configura alarme público, resultando em um gasto desnecessário de recursos do Estado e colocando a população em estado de alerta injustificado.
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