A arrecadação do IPVA no Brasil somou R$ 90,68 bilhões em 2025, alta de 1,05% sobre o ano anterior, segundo o levantamento anual do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). O resultado mantém o tributo como uma das principais fontes de receita dos governos estaduais — atrás apenas do ICMS entre os impostos cobrados pelos estados.
São Paulo liderou de novo o ranking, com R$ 30,4 bilhões, enquanto Roraima registrou o menor volume, cerca de R$ 140 milhões. Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro completam a lista dos cinco estados que mais arrecadaram.
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Para o presidente-executivo do IBPT, João Eloi Olenike, o avanço modesto ainda assim revela a resiliência do setor automotivo e a eficiência fiscal dos estados num cenário econômico desafiador.
O estudo aponta ainda que a frota em circulação chegou a 129,1 milhões de veículos em dezembro de 2025, concentrada sobretudo em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
Na proporção de veículos por morador, Santa Catarina lidera, com 0,82, seguida de Paraná (0,81) e São Paulo (0,77). Amazonas, Maranhão, Pará, Amapá e Bahia ficaram com os menores índices. Quando o cálculo considera o valor pago por habitante, o Distrito Federal aparece à frente, com média de R$ 660,88, seguido de perto por São Paulo (R$ 660,82). Na outra ponta estão Maranhão, Pará e Acre.
Descontada a inflação, os maiores avanços reais vieram de Bahia, Amazonas, Maranhão e Acre; já Minas Gerais e São Paulo cresceram abaixo da variação de preços.
O IBPT observa que as diferenças de alíquotas e de burocracia entre os estados estimulam empresas a registrar suas frotas onde a carga é menor. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais concentram os maiores custos do país, enquanto Acre, Espírito Santo, Santa Catarina e Tocantins praticam taxas mais baixas, em torno de 2%.
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São Paulo liderou de novo o ranking, com R$ 30,4 bilhões, enquanto Roraima registrou o menor volume, cerca de R$ 140 milhões. Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro completam a lista dos cinco estados que mais arrecadaram.
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Para o presidente-executivo do IBPT, João Eloi Olenike, o avanço modesto ainda assim revela a resiliência do setor automotivo e a eficiência fiscal dos estados num cenário econômico desafiador.
O estudo aponta ainda que a frota em circulação chegou a 129,1 milhões de veículos em dezembro de 2025, concentrada sobretudo em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
Na proporção de veículos por morador, Santa Catarina lidera, com 0,82, seguida de Paraná (0,81) e São Paulo (0,77). Amazonas, Maranhão, Pará, Amapá e Bahia ficaram com os menores índices. Quando o cálculo considera o valor pago por habitante, o Distrito Federal aparece à frente, com média de R$ 660,88, seguido de perto por São Paulo (R$ 660,82). Na outra ponta estão Maranhão, Pará e Acre.
Descontada a inflação, os maiores avanços reais vieram de Bahia, Amazonas, Maranhão e Acre; já Minas Gerais e São Paulo cresceram abaixo da variação de preços.
O IBPT observa que as diferenças de alíquotas e de burocracia entre os estados estimulam empresas a registrar suas frotas onde a carga é menor. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais concentram os maiores custos do país, enquanto Acre, Espírito Santo, Santa Catarina e Tocantins praticam taxas mais baixas, em torno de 2%.
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