A Smart, que se tornou célebre pelos compactos urbanos de dois lugares, ensaia um retorno ao mercado brasileiro após quase dez anos de ausência. O indício mais forte dessa movimentação surgiu com o registro de desenhos industriais do novo Smart #5 no Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), sinalizando que a fabricante planeja ocupar uma fatia estratégica no crescente segmento de elétricos no país.
Diferente da prática comum de montadoras que registram apenas a silhueta do veículo para proteção de propriedade intelectual, a Smart — hoje operada por uma joint venture entre a Mercedes-Benz e a chinesa Geely — detalhou uma série de componentes específicos do #5. Foram protocolados desenhos de para-choques, rodas, capô e até do console central, o que no setor automotivo costuma preceder o lançamento comercial e a estruturação de pós-venda.
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Com 4,70 metros de comprimento, o Smart #5 definitivamente não têm as dimensões contidas da marca, e pertence à sua nova família de elétricos globais com tecnologia chinesa. No interior, o utilitário esportivo aposta em um ecossistema digital robusto: um head-up display de 25,6″ é complementado por duas telas AMOLED de 13 polegadas, operadas por processadores AMD e pelo motor gráfico Unreal Engine, tecnologia comum em jogos de última geração.
A parte técnica reforça a ambição do projeto: equipado com uma bateria de 100 kWh e arquitetura elétrica de 800V, o modelo permite recuperar de 10% a 80% da carga em apenas 15 minutos. A autonomia estimada é de 480 km. Em termos de desempenho, a linha oferece desde configurações com tração traseira e 335 cv até a variante esportiva Brabus, que entrega 646 cv e tração integral, posicionando o modelo no topo da pirâmide de performance da categoria.
O #5 é o terceiro veículo da nova fase global da Smart, que ainda inclui os #3 e #1. Lançado na Europa em 2024, o SUV agora aguarda a confirmação oficial de datas para sua estreia em solo brasileiro.
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Diferente da prática comum de montadoras que registram apenas a silhueta do veículo para proteção de propriedade intelectual, a Smart — hoje operada por uma joint venture entre a Mercedes-Benz e a chinesa Geely — detalhou uma série de componentes específicos do #5. Foram protocolados desenhos de para-choques, rodas, capô e até do console central, o que no setor automotivo costuma preceder o lançamento comercial e a estruturação de pós-venda.
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Com 4,70 metros de comprimento, o Smart #5 definitivamente não têm as dimensões contidas da marca, e pertence à sua nova família de elétricos globais com tecnologia chinesa. No interior, o utilitário esportivo aposta em um ecossistema digital robusto: um head-up display de 25,6″ é complementado por duas telas AMOLED de 13 polegadas, operadas por processadores AMD e pelo motor gráfico Unreal Engine, tecnologia comum em jogos de última geração.
A parte técnica reforça a ambição do projeto: equipado com uma bateria de 100 kWh e arquitetura elétrica de 800V, o modelo permite recuperar de 10% a 80% da carga em apenas 15 minutos. A autonomia estimada é de 480 km. Em termos de desempenho, a linha oferece desde configurações com tração traseira e 335 cv até a variante esportiva Brabus, que entrega 646 cv e tração integral, posicionando o modelo no topo da pirâmide de performance da categoria.
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