A Ferrari apresentou oficialmente a nova Ferrari Amalfi Spider — variante conversível de seu mais recente “gran turismo” de entrada. O modelo, que chega ao mercado internacional já como linha 2027, consolida a sucessão definitiva da linhagem da Ferrari Roma, apostando no equilíbrio entre o purismo estético da marca e a versatilidade de uma capota de tecido retrátil.
O design preserva as linhas fluidas e musculosas do cupê da cintura para baixo, mantendo a sobriedade visual que caracteriza os modelos de motor dianteiro-central da fabricante. A principal novidade reside no teto flexível, que leva apenas 13,5 segundos para ser acionado em velocidades de até 60 km/h. Quando recolhida, a estrutura ocupa apenas 22 centímetros de espessura, permitindo um volume de carga de 173 litros — que sobe para 255 litros com a capota fechada.
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Sob o capô, a Ferrari manteve o aclamado motor V8 biturbo de 3,9 litros, capaz de entregar 640 cv e 77,5 kgfm. Acoplado a uma transmissão de dupla embreagem de oito marchas, o conjunto leva o bólido de 1.556 kg do zero aos 100 km/h em apenas 3,3 segundos. A velocidade máxima é de 320 km/h, em performance que o coloca no topo de seu segmento.
No interior, o Amalfi Spider traz o refinamento digital da marca, com três telas distintas, mas introduz uma mudança aguardada: o retorno de botões físicos ao volante, substituindo comandos táteis criticados em modelos anteriores. Há ainda um defletor de vento integrado ao banco traseiro para mitigar a turbulência na cabine.
Embora as cifras oficiais para o Brasil não tenham sido confirmadas, estima-se que o modelo custe cerca de US$ 300 mil nos Estados Unidos.
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O design preserva as linhas fluidas e musculosas do cupê da cintura para baixo, mantendo a sobriedade visual que caracteriza os modelos de motor dianteiro-central da fabricante. A principal novidade reside no teto flexível, que leva apenas 13,5 segundos para ser acionado em velocidades de até 60 km/h. Quando recolhida, a estrutura ocupa apenas 22 centímetros de espessura, permitindo um volume de carga de 173 litros — que sobe para 255 litros com a capota fechada.
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No interior, o Amalfi Spider traz o refinamento digital da marca, com três telas distintas, mas introduz uma mudança aguardada: o retorno de botões físicos ao volante, substituindo comandos táteis criticados em modelos anteriores. Há ainda um defletor de vento integrado ao banco traseiro para mitigar a turbulência na cabine.
Embora as cifras oficiais para o Brasil não tenham sido confirmadas, estima-se que o modelo custe cerca de US$ 300 mil nos Estados Unidos.
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