A Stellantis decidiu delegar à chinesa Leapmotor o desenvolvimento técnico de um novo SUV elétrico para a Opel, sinalizando uma mudança de paradigma na engenharia do grupo. Segundo o site Motor.es, o projeto, que deve suceder o atual Opel Mokka, será baseado na plataforma do recém-apresentado Leapmotor B10. A estratégia visa reduzir custos e encurtar o tempo de lançamento em um mercado europeu pressionado pela ofensiva das marcas asiáticas.
O modelo será produzido na fábrica de Figueruelas, em Saragoça, na Espanha, a partir de 2028. A unidade já é responsável pela montagem de veículos de alto volume, como o Opel Corsa e o Peugeot 208, e passará a integrar o ecossistema da joint venture Leapmotor International. A estimativa inicial aponta para uma produção anual de 50 mil unidades, consolidando a planta espanhola como um polo de veículos elétricos acessíveis do grupo.
SUV da Leapmotor com visual da Opel deve suceder o atual Mokka
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A parceria ganhou corpo em 2023, quando a Stellantis adquiriu 20% da Leapmotor, garantindo o controle das exportações e da fabricação fora da China. Ao utilizar a arquitetura “B” da parceira chinesa, a Opel espera oferecer um produto competitivo frente a rivais como a BYD, mantendo apenas o design e o ajuste dinâmico com identidade alemã. O movimento é visto por analistas como uma admissão de que a agilidade das fabricantes chinesas em software e baterias é, atualmente, difícil de ser batida pelas estruturas tradicionais do Ocidente.
Embora o projeto ainda aguarde confirmação oficial detalhada nos próximos meses, a integração fabril em Saragoça já é dada como certa. O novo SUV deverá compartilhar linhas de montagem com o Leapmotor B10 original, aproveitando a economia de escala para posicionar o futuro Opel em uma faixa de preço mais agressiva. A decisão reforça a análise do antigo CEO Carlos Tavares de “colaborar ao invés de competir” com os chineses para garantir a sobrevivência das marcas históricas na era da eletrificação.
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O modelo será produzido na fábrica de Figueruelas, em Saragoça, na Espanha, a partir de 2028. A unidade já é responsável pela montagem de veículos de alto volume, como o Opel Corsa e o Peugeot 208, e passará a integrar o ecossistema da joint venture Leapmotor International. A estimativa inicial aponta para uma produção anual de 50 mil unidades, consolidando a planta espanhola como um polo de veículos elétricos acessíveis do grupo.
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Embora o projeto ainda aguarde confirmação oficial detalhada nos próximos meses, a integração fabril em Saragoça já é dada como certa. O novo SUV deverá compartilhar linhas de montagem com o Leapmotor B10 original, aproveitando a economia de escala para posicionar o futuro Opel em uma faixa de preço mais agressiva. A decisão reforça a análise do antigo CEO Carlos Tavares de “colaborar ao invés de competir” com os chineses para garantir a sobrevivência das marcas históricas na era da eletrificação.
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