A Stellantis confirmou, nesta quinta-feira (21), que seu novo carro brasileiro será chamado de Fiat Argo. O lançamento, derivado do Fiat Grande Panda europeu, vinha sendo especulado como o ‘novo Uno’, mas adotará o nome do modelo que é atualmente vendido, sendo tratado como sua nova geração.
Documentos apresentados a investidores, aos quais AutoPapo teve acesso, mostram que o veículo já é tratado oficialmente como o novo Argo, recebendo destaque entre os próximos lançamentos do grupo na América do Sul nos próximos meses.
A aposta no nome Uno ocorreu porque, na Europa, a Fiat optou por resgatar o clássico Panda ao batizar seu novo modelo, recorrendo à nostalgia para emplacar as vendas do hatch. Como o Uno é diretamente derivado do Panda, a lógica indicava que a versão brasileira do Grande Panda, a ser feito em Betim (MG), pudesse adotar o nome do clássico nacional.
Documento oficial da Stellantis já trata o carro feito em Betim (MG) como novo Fiat Argo
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A opção pelo nome Argo, entretanto, acabou vencendo, e foi anunciada a investidores do conglomerado nessa semana. Antes, sinais dessa escolha já surgiam no código interno do projeto, chamado pelos técnicos brasileiros da Fiat de “Argo NG”. Em janeiro desse ano, o CEO global da marca, Olivier François, também tratou o projeto como Argo em entrevista à imprensa francesa.
Visual retrô-futurista será mantido na versão nacional, mas com leves adaptações
Apesar de herdar o visual retrô-futurista do modelo europeu, a versão nacional Grande Panda — o novo Argo — passará por algumas adaptações para o nosso mercado. Esteticamente, a principal mudança será a retirada do nome “Panda” estampado em baixo relevo nas portas e na tampa do porta-malas, que não trarão o nome brasileiro.
Além disso, os faróis com luzes diurnas em formato de pixels devem ficar restritos às versões topo de linha, dando lugar a conjuntos halógenos ou de LED mais simples nas opções de entrada para conter custos. O modelo também deve ganhar suspensão com calibração exclusiva e um vão livre do solo ligeiramente maior para lidar com o asfalto brasileiro.
Seção cilíndrica diante do passageiro remete ao Panda e ao Uno dos anos 80, mas sem o cinzeiro móvel
Segundo o site Autos Segredos, sob o capô, a nova geração do hatch, construída sobre a plataforma modular Smart Car, aproveitará o portfólio de motores da Stellantis no Brasil. As versões de acesso devem manter o motor 1.0 Firefly aspirado, de 75 cv e 10,7 kgfm e transmissão manual. As configurações mais caras adotarão o motor 1.0 turbo de 130 cv e 20,4 kgfm, sempre associado ao câmbio automático do tipo CVT.
A grande aposta do mercado é que essas versões turbinadas já cheguem equipadas com o novo sistema híbrido leve da marca, melhorando o consumo de combustível e reduzindo emissões.
Em termos de posicionamento, o modelo assumirá de vez a briga direta com os líderes do segmento, como Volkswagen Polo, Chevrolet Onix e Hyundai HB20, descolando-se do subcompacto Mobi. Por conta da nova arquitetura e do pacote tecnológico mais recheado, a estimativa é de que os preços sofram um salto.
Na Europa, nome Panda vem estampado na lataria; no Brasil, não haverá equivalente
As apostas indicam valores partindo da faixa de R$ 90 mil nas versões de entrada e encostando ou até ultrapassando a barreira dos R$ 130 mil nas variantes híbridas mais completas. O novo Fiat Argo deve entrar em produção na fábrica mineira da Fiat a partir de setembro, com chegada às concessionárias no final do ano.
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Documentos apresentados a investidores, aos quais AutoPapo teve acesso, mostram que o veículo já é tratado oficialmente como o novo Argo, recebendo destaque entre os próximos lançamentos do grupo na América do Sul nos próximos meses.
A aposta no nome Uno ocorreu porque, na Europa, a Fiat optou por resgatar o clássico Panda ao batizar seu novo modelo, recorrendo à nostalgia para emplacar as vendas do hatch. Como o Uno é diretamente derivado do Panda, a lógica indicava que a versão brasileira do Grande Panda, a ser feito em Betim (MG), pudesse adotar o nome do clássico nacional.
Documento oficial da Stellantis já trata o carro feito em Betim (MG) como novo Fiat Argo
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A opção pelo nome Argo, entretanto, acabou vencendo, e foi anunciada a investidores do conglomerado nessa semana. Antes, sinais dessa escolha já surgiam no código interno do projeto, chamado pelos técnicos brasileiros da Fiat de “Argo NG”. Em janeiro desse ano, o CEO global da marca, Olivier François, também tratou o projeto como Argo em entrevista à imprensa francesa.
O que esperar do novo Fiat Argo
Visual retrô-futurista será mantido na versão nacional, mas com leves adaptações
Apesar de herdar o visual retrô-futurista do modelo europeu, a versão nacional Grande Panda — o novo Argo — passará por algumas adaptações para o nosso mercado. Esteticamente, a principal mudança será a retirada do nome “Panda” estampado em baixo relevo nas portas e na tampa do porta-malas, que não trarão o nome brasileiro.
Além disso, os faróis com luzes diurnas em formato de pixels devem ficar restritos às versões topo de linha, dando lugar a conjuntos halógenos ou de LED mais simples nas opções de entrada para conter custos. O modelo também deve ganhar suspensão com calibração exclusiva e um vão livre do solo ligeiramente maior para lidar com o asfalto brasileiro.
Seção cilíndrica diante do passageiro remete ao Panda e ao Uno dos anos 80, mas sem o cinzeiro móvel
Segundo o site Autos Segredos, sob o capô, a nova geração do hatch, construída sobre a plataforma modular Smart Car, aproveitará o portfólio de motores da Stellantis no Brasil. As versões de acesso devem manter o motor 1.0 Firefly aspirado, de 75 cv e 10,7 kgfm e transmissão manual. As configurações mais caras adotarão o motor 1.0 turbo de 130 cv e 20,4 kgfm, sempre associado ao câmbio automático do tipo CVT.
A grande aposta do mercado é que essas versões turbinadas já cheguem equipadas com o novo sistema híbrido leve da marca, melhorando o consumo de combustível e reduzindo emissões.
Em termos de posicionamento, o modelo assumirá de vez a briga direta com os líderes do segmento, como Volkswagen Polo, Chevrolet Onix e Hyundai HB20, descolando-se do subcompacto Mobi. Por conta da nova arquitetura e do pacote tecnológico mais recheado, a estimativa é de que os preços sofram um salto.
Na Europa, nome Panda vem estampado na lataria; no Brasil, não haverá equivalente
As apostas indicam valores partindo da faixa de R$ 90 mil nas versões de entrada e encostando ou até ultrapassando a barreira dos R$ 130 mil nas variantes híbridas mais completas. O novo Fiat Argo deve entrar em produção na fábrica mineira da Fiat a partir de setembro, com chegada às concessionárias no final do ano.
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