Na quarta-feira (20), a Polícia Rodoviária Federal apreendeu duas caminhonetes Ram modificadas durante uma fiscalização de rotina na BR-376, em Tibagi, região dos Campos Gerais do Paraná. Os veículos de grande porte, enquadrados como caminhões pela legislação de trânsito, circulavam em comboio e chamaram a atenção por apresentarem uma série de irregularidades mecânicas e documentais.
Os dois motoristas foram autuados de imediato por problemas relacionados à habilitação. O caso mais grave envolveu o condutor de uma Ram 3500. Sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH), ele já havia sido flagrado outras cinco vezes conduzindo veículos que exigem tal documentação. O histórico de reincidência impressiona: há registros de abordagens semelhantes em Foz do Iguaçu (PR) e Barra do Garças (MT) entre 2024 e 2025, além de autuações recentes em Santa Catarina, Goiás e no próprio Paraná.
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Para se ter dimensão do que o homem inabilitado conduzia, ele estava ao volante de de uma picape que entrega cerca de 377 cv e 117,3 kgfm, exigindo controle rigoroso na estrada. Além disso, a caminhonete apreendida contava com graves alterações ilegais na suspensão dianteira e no conjunto de rodas e pneus, superdimensionados. Em função disso, o homem assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por dirigir sem habilitação gerando perigo de dano.
Já o segundo motorista, que conduzia uma Ram 2500, possuía apenas CNH na categoria AB, insuficiente para a picape, que demanda a categoria C. O veículo exibia modificações não permitidas na suspensão, no sistema de iluminação e películas irregulares nos vidros. Além da infração de trânsito, esse condutor foi autuado por crime ambiental: a PRF constatou a remoção do sistema de redução de emissões e a utilização de descarga livre.
A reincidência do grupo vai além do flagrante em Tibagi. Segundo a corporação, as caminhonetes recolhidas ao pátio acumulam um longo histórico de excesso de velocidade, evasão de pedágio e desobediência em diversos estados.
Para agravar o cenário, no início do mês, outra Ram 1500 TRX ligada ao motorista inabilitado já havia sido apreendida na BR-373, em Ponta Grossa. O veículo ostentava 21 autuações acumuladas desde 2024 pelas mesmas práticas clandestinas, demonstrando um padrão contínuo de desrespeito às leis nas rodovias.
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Os dois motoristas foram autuados de imediato por problemas relacionados à habilitação. O caso mais grave envolveu o condutor de uma Ram 3500. Sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH), ele já havia sido flagrado outras cinco vezes conduzindo veículos que exigem tal documentação. O histórico de reincidência impressiona: há registros de abordagens semelhantes em Foz do Iguaçu (PR) e Barra do Garças (MT) entre 2024 e 2025, além de autuações recentes em Santa Catarina, Goiás e no próprio Paraná.
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Para se ter dimensão do que o homem inabilitado conduzia, ele estava ao volante de de uma picape que entrega cerca de 377 cv e 117,3 kgfm, exigindo controle rigoroso na estrada. Além disso, a caminhonete apreendida contava com graves alterações ilegais na suspensão dianteira e no conjunto de rodas e pneus, superdimensionados. Em função disso, o homem assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por dirigir sem habilitação gerando perigo de dano.
Já o segundo motorista, que conduzia uma Ram 2500, possuía apenas CNH na categoria AB, insuficiente para a picape, que demanda a categoria C. O veículo exibia modificações não permitidas na suspensão, no sistema de iluminação e películas irregulares nos vidros. Além da infração de trânsito, esse condutor foi autuado por crime ambiental: a PRF constatou a remoção do sistema de redução de emissões e a utilização de descarga livre.
A reincidência do grupo vai além do flagrante em Tibagi. Segundo a corporação, as caminhonetes recolhidas ao pátio acumulam um longo histórico de excesso de velocidade, evasão de pedágio e desobediência em diversos estados.
Para agravar o cenário, no início do mês, outra Ram 1500 TRX ligada ao motorista inabilitado já havia sido apreendida na BR-373, em Ponta Grossa. O veículo ostentava 21 autuações acumuladas desde 2024 pelas mesmas práticas clandestinas, demonstrando um padrão contínuo de desrespeito às leis nas rodovias.
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