Um levantamento da GigU mostra que o trabalho por aplicativos não garante ganhos iguais em todas as regiões do país. O estudo aponta que a localização do motorista influencia diretamente a rentabilidade da atividade, com diferenças que podem superar R$ 13 mil por ano.
Na Região Metropolitana de São Paulo, por exemplo, o lucro médio é de R$ 15,57 por hora, com margem líquida de 43,6%. Já no noroeste paulista, em cidades como Barretos e São José do Rio Preto, o valor cai para R$ 10,11 por hora. Em uma jornada mensal de 200 horas, a diferença representa mais de mil reais no bolso.
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Em Minas Gerais, motoristas da Grande Belo Horizonte recebem R$ 16,05 por hora, contra R$ 9,36 no Triângulo Mineiro. No Rio de Janeiro, a média é de R$ 18,49 na capital e R$ 12,24 em cidades do interior. Na Bahia, Salvador registra R$ 14,74 por hora, enquanto regiões como Eunápolis e Porto Seguro ficam em R$ 8,88.
De acordo com o CEO e cofundador da GigU, Luiz Gustavo Neves, capitais e regiões metropolitanas concentram mais corridas, tarifas dinâmicas e categorias premium, além de reduzirem o tempo ocioso entre viagens.
No interior, apesar dos custos operacionais menores, o volume reduzido de corridas limita a renda. Ainda assim, há exceções. Em Pernambuco e no Ceará, algumas cidades fora das capitais registram desempenho semelhante ou até superior ao das regiões metropolitanas.
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Na Região Metropolitana de São Paulo, por exemplo, o lucro médio é de R$ 15,57 por hora, com margem líquida de 43,6%. Já no noroeste paulista, em cidades como Barretos e São José do Rio Preto, o valor cai para R$ 10,11 por hora. Em uma jornada mensal de 200 horas, a diferença representa mais de mil reais no bolso.
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Diferença de ganhos de motoristas de aplicativo se repete em outros estados
Em Minas Gerais, motoristas da Grande Belo Horizonte recebem R$ 16,05 por hora, contra R$ 9,36 no Triângulo Mineiro. No Rio de Janeiro, a média é de R$ 18,49 na capital e R$ 12,24 em cidades do interior. Na Bahia, Salvador registra R$ 14,74 por hora, enquanto regiões como Eunápolis e Porto Seguro ficam em R$ 8,88.
De acordo com o CEO e cofundador da GigU, Luiz Gustavo Neves, capitais e regiões metropolitanas concentram mais corridas, tarifas dinâmicas e categorias premium, além de reduzirem o tempo ocioso entre viagens.
No interior, apesar dos custos operacionais menores, o volume reduzido de corridas limita a renda. Ainda assim, há exceções. Em Pernambuco e no Ceará, algumas cidades fora das capitais registram desempenho semelhante ou até superior ao das regiões metropolitanas.
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