A Honda apresentou no mercado indiano o novo City 2027, que passa por sua mais profunda reestilização nesta quinta geração. Com mudanças substanciais de design, além de novos equipamentos e pacote tecnológico, a atualização abrange as carrocerias sedã e hatchback. O lançamento no Brasil deve ocorrer em questão de meses. Nas últimas semanas, o modelo foi flagrado em testes no país sob pesada camuflagem, sinalizando que a fabricante japonesa não deve tardar a alinhar o mercado nacional às novidades globais.
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A principal aposta da montadora foi abandonar o conservadorismo. Inspirado no cupê esportivo Prelude, o City adota linhas mais dinâmicas e agressivas. A dianteira concentra as maiores alterações, com faróis de LED mais afilados interligados por uma barra luminosa contínua e o deslocamento do logotipo para a seção superior, acima de uma nova grade frontal. Na traseira, destacam-se o inédito extrator inferior e o redesenho interno das lanternas translúcidas.
As modificações estéticas nos para-choques acrescentaram três centímetros ao comprimento do veículo, que agora atinge 4,57 metros. As proporções de espaço interno, contudo, foram mantidas, preservando o entre-eixos de 2,60 m e o porta-malas de 519 litros.
No habitáculo, a Honda mirou nas críticas à conectividade. A antiga interface foi substituída por uma central multimídia flutuante de 10,1″, otimizando o ângulo de visão. O sedã incorpora ainda câmera com visão de 360º e bancos dianteiros ventilados, enquanto os comandos físicos de climatização foram preservados.
A lista de equipamentos de segurança ativa, que inclui controle de cruzeiro adaptativo e frenagem autônoma de emergência, continua restrita às versões de topo. Para o mercado brasileiro, porém, a configuração de entrada LX deve ganhar chave presencial e partida por botão.
Sob o capô, a estratégia para o Brasil difere da indiana, que conta com uma variante híbrida capaz de fazer 27,2 km/l. Por aqui, o modelo manterá o motor 1.5 flex de injeção direta de 126 cv e 15,8 kgfm com etanol, acoplado ao câmbio automático CVT que simula sete marchas. A Honda confirmou que a eletrificação no mercado interno começará apenas em 2028, restrita ao SUV HR-V.
Atualmente tabelada entre R$ 117,5 mil e R$ 153,2 mil, a linha City deve sofrer reajuste de preços quando a nova geração desembarcar no país.
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As modificações estéticas nos para-choques acrescentaram três centímetros ao comprimento do veículo, que agora atinge 4,57 metros. As proporções de espaço interno, contudo, foram mantidas, preservando o entre-eixos de 2,60 m e o porta-malas de 519 litros.
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Sob o capô, a estratégia para o Brasil difere da indiana, que conta com uma variante híbrida capaz de fazer 27,2 km/l. Por aqui, o modelo manterá o motor 1.5 flex de injeção direta de 126 cv e 15,8 kgfm com etanol, acoplado ao câmbio automático CVT que simula sete marchas. A Honda confirmou que a eletrificação no mercado interno começará apenas em 2028, restrita ao SUV HR-V.
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